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Parcela de brasileiros obesos cresce 54% nos últimos seis anos...

 
A parcela de pessoas obesas no Brasil aumentou 54% nos últimos seis anos. Hoje, a obesidade atinge 17% da população. Em 2006, 11% dos brasileiros eram obesos.
 
Os dados são da pesquisa Vigitel 2012 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), realizada pelo Ministério da Saúde.
 
A pesquisa é feita anualmente desde 2006 e ouve, por telefone, maiores de 18 anos. Nessa edição, foram entrevistadas 45,4 mil pessoas.
 
O estudo mostrou também que mais da metade da população adulta brasileira está acima do peso. O excesso de peso atinge 54,5% dos homens e 48% das mulheres.
 
Na média, a parcela de brasileiros com sobrepeso passou de 43% em 2006 para 51% em 2012.
 
A classificação de excesso de peso ou obesidade é feita pelo IMC (Índice de Massa Corporal), obtido dividindo o peso, em quilos, pela altura, em metros, ao quadrado. Para o excesso de peso, o IMC deve ser de 25 ou mais e, para a obesidade, o índice é igual ou maior que 30.
 
Comparando com países próximos, o número de obesos no Brasil é menor.
 
No Uruguai, 19,9% da população faz parte desse quadro. Na Argentina são 20,5%; no Paraguai, 22,8%; no Chile, 25,1% e nos EUA, 27,7%.
 
"O excesso de peso e a obesidade continuam crescendo. Ainda somos mais magros que nossos vizinhos, mas temos de fazer um esforço conjunto, com governo, sociedade e iniciativa privada", disse Jarbas Barbosa, secretário de vigilância em saúde do Ministério da Saúde.
 
A obesidade é uma das causas de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes e doenças cardíacas.
 
PREOCUPAÇÕES
 
Apenas 22,7% dos brasileiros consomem a quantidade ideal de frutas e legumes recomendada pela OMS (Organização Mundial da Saúde).
 
E, segundo Barbosa, é alta a frequência de consumo abusivo de bebidas alcoólicas. Entre a população de 18 a 24 anos, 21,8% bebem álcool dessa maneira. De 25 a 35 anos, esse uso foi feito por 24,7% dos brasileiros. O percentual começa a cair na faixa de 35 a 44 anos, para 20%.
 
A pesquisa identificou ainda, nas principais capitais do país, a quantidade de adultos que bebem e dirigem em seguida. Maior quantidade de casos ocorre em Florianópolis, Palmas, Teresina, Campo Grande, Goiânia e Aracaju.
 
Fonte: Folha

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