25 de janeiro de 2014

Abacaxi e seus inúmeros benefícios...

Fruta tipicamente tropical, o abacaxi se destaca não apenas pelo seu sabor, mas também por suas propriedadesnutricionais: é rico em vitaminas C, A e B1, além de magnésio, cobre, manganês, ferro, fibras e bromelina.

A nutricionista
Cristiane Spricigo Lima conta que a fruta auxilia no bom funcionamento imunológico, melhora a função intestinal e facilita a digestão, graças à ação da bromelina. E os benefícios não param por aí: o abacaxi regula a atividade muscular do coração e é um excelente diurético.

Uma fatia de 100g da fruta contém apenas 52 calorias. Cristiane explica que o abacaxi “deve ser incluído na dieta substituindo doces ou em lanches intermediários, por ser diurético e melhorar a digestão”. Mas cuidado: pessoas que sofrem de refluxo gástrico, úlceras pépticas ou duodenais e gastrite não devem consumir a fruta em função de sua acidez.

Curiosidade
A casca do abacaxi possui tantos nutrientes quanto sua polpa.
Portanto, não a desperdice e utilize a casca também no preparo de chás e sucos.
*Matéria escrita para o portal Nutrição Prática e Saudável

24 de janeiro de 2014

Como o açúcar pode te deixar doente...


Consumir altas quantias de frutose diariamente pode prejudicar o aprendizado e a memória. É o que indica uma pesquisa publicada recentemente no periódico Journal of Physiology. No estudo, conduzido por uma equipe da Universidade da Califórnia, ratos que ingeriram xarope de milho rico em frutose (encontrada em produtos industrializados, como refrigerantes, condimentos e comidas de bebê) tiveram prejuízo na memória e queda no número de sinapses cerebrais. Essa queda nas sinapses acabou por deixar o cérebro mais lento. A boa notícia é que a ingestão de alimentos com ácidos graxos ômega-3 protege contra os danos causados pelo açúcar.

Quando ingerimos muito açúcar, os níveis de glicose no sangue disparam. Para conter esse aumento desmedido, o corpo lança insulina no sangue. Assim, uma hiperglicemia acaba gerando uma hiperinsulimia. Segundo Michel Raymond, pesquisador do Instituto de Ciências Evolutivas da Universidade de Montpellier, na França, e autor do livro Troglodita é você! (Ed. Paz e Terra, 256 páginas), repetidas hiperinsulimias têm respostas fisiológicas prejudiciais ao organismo. E uma delas afeta diretamente a maneira como você enxerga. Dados médicos relacionam essas elevações drásticas e constantes da insulina à desregulação do crescimento dos eixos óticos oculares (local do olho por onde entra a luz que chega à retina), uma das causa da miopia. O açúcar também, em quantidade elevada no sangue, deixa os líquidos dos olhos mais densos, o que desidrata o cristalino e também pode levar à miopia.

Artigo publicado no periódico The Journal of the American Medical Association (JAMA), em 2009, aponta ainda que o consumo excessivo de açúcar está relacionado com a presença de altos índices de triglicérideos e baixos níveis de HDL. No estudo, os voluntários que ingeriram as maiores quantidades de açúcar apresentaram os níveis mais elevados de colesterol. Segundo a Associação Americana do Coração, o consumo excessivo de açúcar é um fator de risco, sendo apontado, inclusive, como uma das possíveis causas para a epidemia de obesidade.

Bebidas ricas em frutose, como refrigerantes e suco de laranja, podem aumentar os riscos de gota em mulheres na menopausa, em função do aumento nos níveis de ácido úrico. A gota é uma condição causada pelos depósitos de cristais de urato de sódio, que se acumulam nas articulações. Isso acontece quando há níves altos de ácido úrico no sangue. Segundo pesquisa da Universidade de Boston publicada no periódico The Journal of the American Medical Association (JAMA), em 2010, o consumo de uma dose de refrigerante por dia aumentou em 74% as chances da doença em mulheres já predipostas ao problema.

Pesquisadores do Instituto de Bem-Estar da Clínica Cleveland e da Universidade de Harvard descobriram que o consumo elevado de refrigerantes açucarados está associado com riscos mais elevados de derrame. O açúcar presente nas bebidas pode levar ao aumento dos índices de glicose e insulina no sangue, o que, com o tempo, pode levar à intolerância à glicose, resistência à insulina e inflamações. Essas mudanças fisiológicas influenciam na arteriosclerose, na estabilidade das plaquetas no sangue e na trombose – três importantes fatores de risco para o derrame isquêmico (derrame causado pela interrupção do fornecimento de sangue ao cérebro). O estudo foi publicado no periódico American Journal of Clinical Nutrition.
 
Segundo estudo feito pela Faculdade de Medicina Albert Einstein, da Universidade Yeshiva, nos Estados Unidos, índices elevados de açúcar no sangue estão associados ao aumento nos riscos de câncer colorretal em mulheres. Na pesquisa, publicada no British Journal of Cancer, aquelas mulheres que tinham os níveis mais elevados de açúcar no sangue apresentaram duas vezes mais chances de desenvolver o câncer.

Além do stress e dos hormônios, o açúcar também pode ser considerado um dos vilões para o aparecimento de acnes. Segundo pesquisas, ao elevar o índice glicêmico do corpo, a ingestão em excesso de açúcar afeta a produção da insulina e do fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1 (IGF-1). O desequilíbrio acaba promovendo uma produção em demasia de androgênios, e, por consequência, o aparecimento da acne. Estudo publicado no periódico Nutrients, por pesquisadores da Universidade de Sidney, na Austrália, aponta que uma dieta com baixo índice glicêmico (pouco açúcar) ajuda a melhorar o aspecto da acne por mais tempo.

Fonte: Veja 

23 de janeiro de 2014

Oito regras para ganhar massa muscular...



Os benefícios do ganho de massa muscular vão muito além da estética. O tecido da chamada massa magra apresenta uma atividade metabólica mais acelerada do que a do tecido gorduroso. Portanto, quanto maior o aumento da massa muscular, mais acelerado será o seu metabolismo, o que impacta positivamente todas as funções fisiológicas do organismo: do sono à eliminação de gordura corporal e controle do colesterol.

Porém, engana-se quem pensa que a gordura é capaz de se transformar em músculo e vice-versa. Ou seja: emagrecer não implica necessariamente ganho de músculos. “São dois processos diferentes, e os estímulos que levam a cada resultado são distintos”, explica o fisiologista da Unifesp Turíbio Leite de Barros. “Queimar calorias exige um aumento do metabolismo de todo o corpo, que usa o seu combustível para remover a gordura estocada. E isso acontece com os exercícios aeróbicos.”

O processo do corpo que leva ao aumento da massa muscular, por outro lado, acontece dentro das células do músculo. Quando uma pessoa realiza um exercício de força em um determinado grupo muscular, ela ativa enzimas presentes dentro dessas células que são responsáveis pela síntese de proteína. “Com as enzimas trabalhando em ritmo mais acelerado, aumenta-se a velocidade da síntese de proteínas. E essas proteínas são o que chamamos depois de massa muscular”, diz Barros.

Faça algum tipo de musculação

Fazer musculação não significa necessariamente levantar peso em máquinas de academia. "Musculação é um termo genérico que significa qualquer atividade que promova um estímulo localizado em determinados grupos musculares", explica Turíbio Leite de Barros, professor da Unifesp e fisiologista do Instituto Vita. "O tipo de exercício mais comum para aumentar a massa muscular é o levantamento de peso. Mas outras atividades também são eficazes, embora muitas vezes promovam aumento da massa muscular em menor escala. A corrida, por exemplo, é um exercício aeróbico, mas que fortalece a musculatura dos membros inferiores.”

Evite exercícios aeróbicos antes dos musculares

Se a prioridade é ganhar massa muscular, o ideal é fazer o treino de força antes ou intercalado com os exercícios aeróbicos, como a corrida. "A pessoa terá mais energia para puxar peso se começar pela musculação. Quando for para a esteira, estará com o corpo aquecido, o que elevará a queima de calorias e gordura", diz Vladimir Modolo, educador físico e mestre em fisiologia pela Unifesp. "Se ela fizer o contrário, o corpo vai demorar mais para começar a queimar calorias no exercício aeróbico e ficará mais cansado para o treino de musculação, de modo que o rendimento será pior." Para o fisiologista Turíbio Leite de Barros, treinos que intercalam exercício aeróbico com trabalho de força, como os circuitos, também surtem efeitos positivos. "Por serem dinâmicos, são mais motivadores para pessoas com dificuldade em passar muito tempo fazendo apenas musculação ou esteira."

Varie os exercícios

"Nosso organismo sempre trabalha para que o exercício seja confortável para ele", explica Vladimir Modolo.Isso é ruim porque, na zona de conforto, os músculos não crescem. "Algumas estratégias para driblar esse mecanismo incluem aumentar o peso dos exercícios e trocar o tipo de atividade para um grupo muscular a cada três ou quatro semanas. Assim, o organismo sempre estará em busca de adaptação."

Vá para a academia pelo menos 3x/semana

Para alcançar um bom resultado, é preciso exercitar-se no mínimo três vezes por semana. De acordo com Vladimir Modolo, seguindo essa frequência, os resultados se tornam visíveis, em geral, depois de oito a dez semanas. "Mas muitas vezes é possível sentir a evolução antes disso ou a cada treino."
 
Dê descanso ao músculo

Embora a prática de atividade física tenha de ser frequente, o mesmo grupo muscular não deve ser exercitado dois dias seguidos. "A musculação causa microlesões no músculo. O dia de descanso é importante para que a proteína chegue ao músculo e o regenere, levando ao aumento da massa muscular", diz o educador físico Vladimir Modolo. "Sem o dia de descanso, não há tempo para o músculo se recuperar." Se o treino for diário, é necessário alternar o trabalho de cada grupo muscular. "Deve-se, por exemplo,exercitar os braços em um dia e as pernas no outro", explica Turíbio Leite de Barros.

Alimente-se adequadamente

O corpo precisa de energia para se exercitar. Antes da atividade física, carboidratos são bem-vindos, de preferência os complexos, como batata doce e pão integral, não o açúcar simples. Depois do exercício, o corpo precisa repor a energia que gastou com mais carboidrato, e restaurar a integridade do músculo, função exercida pela proteína. "Uma pessoa normal deve ingerir, em média, 1 grama de proteína por quilo de seu peso total. Mas quem deseja aumentar a massa muscular pode elevar essa ingestão para 1,5 a 2 gramas de proteína por quilo de peso", diz Vladimir Modolo. Evitar gordura, açúcar e sal – regra que vale para praticamente qualquer pessoa – é especialmente importante para quem quer conquistar músculos.

Comece aos poucos
Pessoas que não estão acostumadas a praticar musculação não devem iniciar um treino de hipertrofia de cara, por mais que o objetivo seja ganhar massa muscular. "O ideal é que os exercícios musculares comecem com um maior número de repetições e pouco peso. Com o tempo, a tendência é que esse quadro se inverta: o peso aumenta e as repetições diminuem", diz Turíbio Leite de Barros. Iniciantes costumam iniciar o treino com três séries de doze a quinze repetições.

Ao atingir o objetivo, não deixe de se exercitar

Conquistar o corpo que sempre quis não significa que você pode deixar de se exercitar. "Engana-se quem pensa que os músculos se mantêm espontaneamente. Uma pessoa que parar de praticar atividade física vai perder a massa muscular que ganhou. É preciso continuar com os treinos e com a alimentação adequada", diz o fisiologista Turíbio Barros.

Fonte: Veja

22 de janeiro de 2014

Óleos prometem reduzir a fome, mas faltam provas sobre os benefícios...




O cardápio da moda para emagrecer inclui colheradas de gordura --o que parece estranho, já que uma colher de sopa de óleo de coco, linhaça ou cártamo, populares em sites de dieta, tem cerca de 120 calorias, o mesmo que um bombom recheado.

Mas, segundo os fabricantes, apesar do alto valor calórico, essas gorduras vegetais aceleram o metabolismo e aumentam a saciedade, ajudando na perda de peso.

As promessas são vendidas a preços salgados: 260 ml de óleo de semente de chia, rico em ômega 3, custam R$ 59,90 na rede Mundo Verde (preço sugerido).

O sucesso das gorduras para emagrecer começou com o óleo de coco, que explodiu no verão de 2012. De lá para cá a lista só cresceu (veja ao lado).

Ainda está longe, porém, de haver um consenso sobre os benefícios dos produtos.

"A literatura científica sobre o óleo de coco é ampla", defende Natana Martins, nutricionista do Herbarium, marca de fitoterápicos e suplementos. Segundo ela, o efeito emagrecedor é atribuído à propriedade termogênica da
gordura do coco (que aumenta a queima de calorias no corpo).

Mas, para o nutrólogo Edson Credidio, pesquisador da Unicamp, essa ação ainda não foi comprovada. "As pesquisas encontraram tanto benefícios como malefícios no alimento e não foram capazes de explicar o mecanismo envolvido", diz.

A nutricionista Annie Belo, pesquisadora do Instituto Nacional de Cardiologia, no Rio, orienta um estudo sobre óleo de coco com 130 voluntários. A pesquisa será apresentada em março, mas já há uma prévia dos resultados.

"O óleo teve efeito adjuvante na redução da circunferência da cintura", diz. Ela ressalta que os participantes seguiram uma dieta acompanhada por nutricionista, porque o óleo de coco, sozinho, engorda. "Não há milagre."

À espera do efeito milagroso descrito em blogs, a assessora jurídica Sheilla Lovato, 27, tentou emagrecer só com óleo de coco, primeiro em colherada, depois em cápsulas.

"Deu muito errado. Passei mal", conta. Ela tomou 500 gramas de óleo em um mês. "Tentei de todo jeito: puro, na salada... Não funcionou. Tive diarreia e ânsia. Se emagreci foi de tanto passar mal."

Tomar o óleo pode mesmo causar diarreia, principalmente em grandes quantidades, diz a nutricionista e bioquímica Lucyanna Kalluf.

Ela recomenda no máximo duas colheres de chá ao dia, aliadas a uma alimentação saudável. "Óleo de coco é uma gordura saturada --pode aumentar o colesterol."

ÔMEGAS

Mais novos no arsenal das
dietas, os óleos de chia, cártamo (planta da família do crisântemo), abacate e linhaça são boas fontes de ômega 3, 6 e 9, gorduras mais saudáveis que as saturadas e que ajudam na manutenção da saúde cardiovascular.
 
editoria de arte/editoria de arte


Mas não emagrecem, de acordo com a nutricionista Ana Maria Lottenberg, do Laboratório de Lípides do Hospital das Clínicas de SP. "É uma falácia. Quem emagrece tomando óleo é porque faz outras mudanças alimentares em conjunto", diz.

A estudante Nicole Olive, 19, toma três cápsulas de óleo de cártamo por dia há quatro meses e perdeu três quilos. "Dá resultado, sim", diz. Mas, além de tomar o óleo, Nicole cortou refrigerante e frituras e caminha quase todo dia. "Acho que as cápsulas ajudam a controlar a fome."

O óleo de cártamo é fonte de ômega 6, ácido graxo essencial que também é encontrado no óleo de soja, canola e milho. "Não precisamos consumir ômega 6 do cártamo, que é caríssimo. É melhor variar entre outros óleos mais baratos", diz Lottenberg.

O ômega 9 do abacate é o mesmo do azeite, e o ômega 3 do óleo de chia e de linhaça é encontrado nesses alimentos na forma de semente. "Não faz sentido comprar o óleo, mas as sementes de linhaça e chia, sim, porque têm fibras e aumentam a sensação de saciedade", diz ela.

Para a nutricionista Alessandra Rodrigues, o brasileiro já consome muita gordura. "Tomar um suplemento via oral ultrapassaria as recomendações diárias." E não importa se a gordura é boa ou ruim: "Em excesso, vai engordar e fazer mal".
 
Fonte: Folha de São Paulo

21 de janeiro de 2014

Suco de mirtilo combate síndrome metabólica...



Os mirtilos, também conhecidos como amoras silvestres, ou blueberries, já foram catalogados como "super frutas extremas", tamanho é o seu potencial para melhorar a saúde humana.

Embora não se saiba exatamente o que nos mirtilos tem efeitos tão poderosos, essas frutas são uma fonte rica de fitoquímicos chamados polifenóis, que têm sido relacionados com uma ampla gama de benefícios protetores para a saúde.

Agora, um novo estudo realizado em cobaias mostrou que esses pequenos frutos silvestres podem atuar também nos casos de pessoas com problemas graves de saúde.

Uma equipe da Universidade do Maine (EUA) mostrou que a ingestão de suco de mirtilo é um poderoso aliado contra a síndrome metabólica, o que inclui doenças cardiovasculares e o diabetes.

"A síndrome metabólica é um grupo de fatores de risco caracterizada por obesidade, hipertensão, inflamação, dislipidemia, intolerância à glicose, resistência à insulina e disfunção endotelial," explica a Dra. Dorothy Klimis-Zacas, coordenadora do estudo.

O consumo de suco mirtilo em uma quantidade equivalente para um ser humano a 2 copos por dia por 8 semanas regulou e melhorou o equilíbrio entre os fatores de constrição e relaxamento na parede vascular, melhorando o fluxo sanguíneo e a regulação da pressão arterial em modelos animais obesos com síndrome metabólica.

Muitas substâncias encontradas em alimentos têm o potencial de prevenir a síndrome metabólica, reduzindo assim a necessidade de medicação e intervenção médica.

"Nossas descobertas mostram que esses benefícios se estendem às cobaias obesas, um modelo amplamente utilizado por sua semelhança com a síndrome metabólica humana," disse a pesquisadora.

Fonte: Diário da saúde

20 de janeiro de 2014

Precisa Exterminar Os Quilinhos Adquiridos nas Férias?.....

 
Se você saiu de férias, descansou, curtiu, se divertiu, mas trouxe na bagagem um peso extra, mas não de roupa e sim de gordurinhas resultante dos excessos, está na hora de voltar à rotina, mas com hábitos mais saudáveis.

Pode ser o "incentivo" que faltava para você reeducar velhos maus hábitos e adotar um estilo de vida, uma alimentação saudável, visando não apenas o emagrecimento mas também a melhora da saúde/qualidade de vida.

Agende uma consulta ou solicite informações sobre nossos programas de reeducação alimentar personalizados às suas necessidades diárias e da sua família.

18 de janeiro de 2014

Culinária japonesa - benefícios e cuidados...



A culinária japonesa tornou-se paixão nacional. É possível encontrar sushis até nos restaurantes a quilo. A comida japonesa é procurada por muitos que seguem uma dieta com menor teor de gordura, mas é importante conhecer os alimentos usados e preocupar-se com a quantidade ingerida (principalmente nos rodízios). Alguns alimentos são benéficos e outros são bem calóricos.

- Pescados (salmão, atum): são ricas fontes do ácido graxo poli-insaturado ômega 3, com potente ação antioxidante. Combatem a ação dos radicais livres. Também têm ação anti-inflamatória e melhoram o sistema imunológico.

- Cogumelos (shiitakes e shimeji): ricos em proteínas, eles ajudam a dar a sensação de saciedade e favorecem o sistema imunológico.

- Algas: presentes em algumas preparações, elas oferecem fibras, proteínas, além de algumas vitaminas.

- Soja: encontrada na sopa missoshiru. A soja oferece o composto bioativo isoflavona. Tem efeitos benéficos para a saúde: é antioxidante, antinflamatório, favorece a redução do colesterol e ajuda a prevenir doenças cardiovasculares.

- Gengibre: encontrado em conserva e em alguns molhos. O gengibre (Zingiber officinalis) oferece princípios bioativos benéficos à saúde. Tem ação benéfica no trato gastro intestinal, efeito antinflamatório, expectorante sobre o trato respiratório, melhora os sintomas da tensão pré-menstrual, melhora a imunidade, além da ação antioxidante.

- Chá verde (camellia sinensis): oferece o princípio ativo denominado catequina. Tem ação termogênica (aumenta o gasto energético), favorece a redução do peso corporal e auxilia no tratamento da obesidade. Ajuda a reduzir a glicemia sanguínea, o que favorece o tratamento da
diabetes, além de favorecer o sistema nervoso central, protegendo contra doenças neurodegenerativas. O consumo de chá verde favorece a memória e concentração. Também tem ação antioxidante, antinflamatória e favorece a redução do colesterol.

- Legumes (cenoura, pepino, nabo): são utilizados como enfeites dos pratos e na composição de algumas preparações. Sempre que possível devem ser incorporados na refeição, para melhorar a oferta de nutrientes (fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes) benéficos à saúde.

Cuidados:

- Verificar a procedência do restaurante (higiene da cozinha, qualidade dos produtos utilizados, frescor dos pescados).

- Gestantes e pessoas que apresentam imunidade baixa devem evitar o consumo de pescados crus.

- Indivíduos que apresentam diabetes ou pré-diabetes devem consumir sushi com moderação, não somente pelo teor de carboidratos (arroz), mas porque o arroz utilizado na elaboração do sushi é temperado com açúcar.

- Evite excesso de frituras, à milanesa, empanados (alguns sushis, temakis, tempurás, harumakis, guioza);

- Evite ingredientes que aumentam o valor calórico (requeijão, maionese, cream cheese);

- Atenção especial ao consumo de molho shoyu (rico em sódio), especialmente por indivíduos que apresentam restrição de sódio na dieta ou retenção hídrica (inchaço e edema);

- Deve-se evitar sobremesas (flambadas, caramelizadas, tempurás). Frutas da estação são as melhores opções para não aumentar o valor calórico da refeição;

- A culinária japonesa não deve ser vista como “pouco calórica”. Confira:

Alimento                                               Quantidade                                      Valor Calórico
Sashimi de atum                                     5 fatias                                               73 calorias
Temaki de salmão                                 1 unidade                                           170 calorias
Guioza                                                  1 unidade                                             80 calorias
Sushi de salmão                                   2 unidades                                            97 calorias
Sushi de atum                                      2 unidades                                            86 calorias
Sashimi de salmão                                5 fatias                                                91 calorias
Harumaki de carne                               1 unidade                                            132 calorias
Hot roll                                                 1 unidade                                             90 calorias

A culinária japonesa pode oferecer preparações saudáveis e deve ser apreciada com moderação.

17 de janeiro de 2014

Isso faz bem pra quê?

Vegetais Verdes... 

 
São ricos em antioxidantes, vitamina K, cálcio, eletrólitos, gorduras essenciais, ferro e fito-nutrientes.
 
O consumo de vegetais verdes ricos em clorofila possui diversos benefícios, como redução da inflamação, manutenção da saúde óssea, limpeza e oxigenação do sangue, proteção do sistema imunológico, recuperação muscular, entre outros.
 
Prefira o consumo cru, pois isso preserva todos os seus nutrientes e benefícios.
 
Esses alimentos, aliados a exercícios moderados, promovem rejuvenescimento celular e ajudam a manter um corpo biologicamente jovem.
 
Exemplos: espinafre, folhas de beterraba, alface manteiga, alface romana, couve, acelga, brócolis, ervilhas, abobrinha, aipo, pepino entre outros.

15 de janeiro de 2014

Soja preta supera soja comum na prevenção do envelhecimento...



Quando se fala em soja, logo se pensa no grão amarelo.

Poucos sabem, porém, que a soja preta tem as mesmas qualidades nutricionais, além de apresentar o dobro de atividade antioxidante e prevenir a degeneração das células.

Estas características se mantêm mesmo depois do cozimento, segundo análise realizada por Diana Figueiredo de Rezende, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP.

Soja preta

A maior quantidade de compostos fenólicos e flavonoides e a presença de antocianinas na soja preta são responsáveis pelas propriedades diferenciadas em relação à amarela.

Isto porque as substâncias são responsáveis por evitar reações de oxidação de moléculas que podem acelerar o processo de morte celular, ou seja, são antioxidantes.

Ao comprovar a relação entre compostos fenólicos, flavonoides e antocianinas com a antioxidação, a pesquisa indicou que, em média, a soja preta apresenta o dobro desta capacidade.

O cozimento de ambos os tipos gerou uma perda igual de compostos fenólicos totais, de aproximadamente 40%.

Antocianinas

As
antocianinas contêm um pigmento que vai do vermelho ao azul e, portanto, são encontradas principalmente em alimentos destas tonalidades.

Elas fazem parte do grupo dos flavonoides, compostos de origem vegetal não produzidos pelo corpo humano.

As antocianinas são o principal fator diferencial entre as duas sojas, já que é apenas encontrada na preta.

Além disto, Diana identificou os dois tipos desta substância encontrados na soja preta: cianidina-3-O-glicosídeo e a peonidina-3-O-glicosídeo.

Fonte: Diário da Saúde

14 de janeiro de 2014

Dieta rica em proteína animal aumenta risco de diabetes...



Manter um peso saudável e praticar atividades físicas são algumas das recomendações para que as pessoas se previnam do diabetes tipo 2. A doença pode ser causada por uma combinação de fatores genéticos e ambientais, como a obesidade e o sedentarismo, por exemplo. Agora, cientistas franceses descobriram que diminuir o consumo de alimentos ricos em proteína animal também pode ser uma forma de reduzir o risco da condição. Isso porque esses alimentos aumentam a acidez no organismo, o que, segundo os pesquisadores, pode levar ao diabetes.

"Este é o primeiro estudo a estabelecer um vínculo entre a carga ácida da alimentação e um aumento significativo do risco de diabetes tipo 2", diz Guy Fagherazzi, coordenador do estudo, cujos resultados foram publicados nesta terça-feira no periódico Diabetologia. Segundo Fagherazzi, carnes, especialmente as processadas industrialmente, além de queijos e produtos derivados do leite, estão entre os alimentos mais acidificantes. Frutas e legumes, por outro lado, são alcalinizantes.

A pesquisa, feita no Instituto Nacional da Saúde e da Pesquisa Médica da França (Inserm, sigla em francês), avaliou mais de 66 000 mulheres que foram acompanhadas ao longo de 14 anos. Durante esse período, 1 372 participantes foram diagnosticadas com diabetes tipo 2.

Os autores do estudo relacionaram os hábitos alimentares das mulheres com a chance de elas terem a doença e, depois, ajustaram os resultados de acordo com outros fatores de risco, como obesidade, sedentarismo e tabagismo. As conclusões da pesquisa indicaram que as participantes que mais consumiam alimentos que aumentam a acidez do organismo apresentaram um risco 56% maior de desenvolver diabetes tipo 2 do que as que menos ingeriam esses alimentos.

A pesquisa ainda sugeriu que o efeito negativo desse tipo de alimentação é maior em mulheres que não apresentam outros fatores de risco para a doença do que entre aquelas que já são obesas ou sedentárias, por exemplo.

Os autores acreditam que uma maior acidez no organismo pode ajudar a aumentar o risco de resistência à insulina, levando ao diabetes. No entanto, eles admitem que são necessárias pesquisas maiores para que os resultados sejam confirmados.

Fonte: Veja

11 de janeiro de 2014

Combinação do bem...

Carne e alecrim....
 
 
Durante o preparo, a carne libera algumas substâncias tóxicas que estão ligadas ao surgimento de câncer. O alecrim, no entanto, neutraliza esse efeito.
 
A ação se deve a dois ácidos presentes no tempero: o carnósico, anti-inflamatório, e o rosmarínico, que captura os radicais livres e bloqueia a oxidação das células.

10 de janeiro de 2014

Dieta x Férias: saia da rotina sem engordar...


Comer adequadamente numa viagem significa planejar. Veja como aproveitar o que as férias tem de melhor sem perder a forma em 7 dicas:

1 - Sem preocupações: Durante a viagem o importante, é curtir os dias de folga e relaxar. Não deixe de se divertir com medo de ganhar alguns quilinhos a mais.

2 - Planejamento: Com uma viagem bem planejada é possível mudar a alimentação para que elimine alguns quilos antes de viajar, sem causar grandes impactos.

3 - Passeios: Eles são ótimos para queimar calorias. Caminhadas em parques e praias, conhecer o comércio local ajudam a gastar boas calorias.

4 - Antecedência: Planejar sua alimentação do dia é uma boa opção para evitar que se extrapole em alguns alimentos.

5 - Tentação: Tente ser um pouco mais seletivo com sua alimentação, começando pelo café da manhã, principalmente se resistir ao longo do dia for difícil.

6 - O Retorno: Não se desespere se voltar com alguns quilinhos a mais na bagagem. A alimentação faz parte do passeio.

7 - Controle: Tente voltar à uma alimentação balanceada e retome suas atividades físicas para voltar mais rápido ao peso anterior.

9 de janeiro de 2014

Iniciar o buffet com alimentos saudáveis evita o exagero, diz estudo...

 
Todos os dias, dezenas de frequentadores de restaurantes se servem em buffets e restaurantes self-service. Entretanto, muitas não param para pensar na ordem em que os alimentos aparecem nas bandejas e de que forma isso pode interferir em escolhas mais saudáveis. Pesquisadores da Cornell University (EUA) descobriram colocar alimentos saudáveis na frente de um buffet, como frutas e iogurte, pode incentivar as pessoas a escolhê-los, em vez de alimentos gordurosos e fritos. Os resultados foram publicados em outubro da revista PLOS One.

Os autores recrutaram 124 participantes, que foram divididos em dois grupos. Foi organizado um buffet de café da manhã com duas mesas separadas - uma incluía ovos, queijo, batatas e bacon, e a outra com pães de canela, granola de baixa gordura, iogurte desnatado e frutas. Cada grupo iniciou sua refeição em uma mesa diferente no buffet e os pesquisadores registraram os alimentos que foram selecionados.

Analisando os resultados, eles descobriram que os primeiros alimentos vistos eram os mais escolhidos - mais de 75% da amostragem pegou o primeiro ou os três primeiros alimentos que viram no buffet, sendo que esses alimentos compunham cerca de 66% da refeição. Servir os alimentos menos saudáveis levou primeiro grupo a comer 31% a mais do que o segundo, além de terem escolhido alimentos menos saudáveis, como ovos com queijo e bacon ou ovos com queijo e batatas fritas. Já o grupo que iniciou a refeição pelo buffet saudável era 85% menos propenso a comer alimentos menos saudáveis, optando só pelas frutas com granola ou o pão de canela.

Segundo os pesquisadores, está muito claro que o que acaba em nosso prato em um restaurante buffet é dramaticamente determinado pela ordem de apresentação dos alimentos. Reorganizar a mesa, começando pelo mais saudável e terminando no menos saudável, pode incentivar até o mais resistente a fazer uma refeição saudável, afirmam os cientistas.

Fonte: Minha Vida

8 de janeiro de 2014

Truques para não sair da linha nas férias...

 
Relaxe e desfrute dos dias de folga, mas não descuide da dieta, sob o risco de voltar à rotina acima do peso. Veja como cortar calorias - da caipirinha ao sorvete.

Na praia:

- prefira comer um espetinho de carne magra sem acompanhamentos
- melhor saborear uma espiga de milho sem manteiga
- fuja das frituras
- leve frutas e sanduíches magros
- prefira picolé de frutas, mas não exagere!

Na hora do lanche

Em vez de comer apenas uma maçã, acrescente uma castanha do Pará na hora do lanche. A digestão (lenta) da gordura da castanha vai fazer com que a frutose da maçã também seja absorvida mais devagar. Resultado: um período maior de saciedade.


Dolce far niente

Após o banho de mar ou piscina, no final da tarde, pode bater a vontade de comer um doce.Vá de picolé de frutas.

Evite os molhos

Nas férias, muita gente pensa, Ah, estou de férias. Mas se você economizar nos adicionais dos pratos com certeza sairá ganhando. Quando for comer salada, lembre-se sempre de pedir que o molho seja servido à parte e de preferência não consuma. Prefira limão e um fio de azeite.

Nada instantâneo

É prático e acaba sendo uma tentação para quem está de férias. Mas vale a pena saber que os alimentos semi-preparados são mais calóricos. Para cozinhar em três minutos em vez dos 10 que seriam necessários, a indústria alimentícia usa um processo de fabricação que altera a arquitetura dos carboidratos. É como se esse alimento já tivesse passado pela primeira parte do processo de digestão. Essa economia de tempo se transforma em acúmulo de gordura, pois a absorção desses alimentos sempre é bem mais rápida.

Isso não se aplica às massas de grão duro, que também ficam prontas em minutos, mas devem ser consumidas “al dente” —dessa forma, caberá ao organismo realizar todas as etapas da digestão, diminuindo o ritmo da absorção.Vale a pena lembrar: massa empapuçada = absorção rápida = calorias extras.
 
Aposte nos alimentos crus

Quanto maior o tempo de cozimento, maior a digestão prévia do alimento e, conseqüentemente, menos “trabalho” para o organismo. Entre a cenoura crua ou cozida, fique com a primeira opção: a insulina vai ser liberada lentamente, dificultando o processo de armazenamento de gorduras. Além disso, a própria mastigação contribui na queima calórica. Escolha sempre o caminho mais ‘difícil’. Prefira comer a fruta em vez de beber o suco.

Exagerou? Claras!

A clara de ovo é a fonte mais pura de proteínas. Depois de algum excesso, compense na refeição seguinte comendo uma omelete com quatro claras e apenas uma gema. Se desejar, acrescente espinafre para incrementar o sabor. Além de saciar, o ovo contém albumina, substância que age como um ‘chupador’ de líquidos.

Não saia de casa sem...

Está certo que você está de férias, mas não custa levar alguns alimentos para aquele momento de fome fora de hora. Assim você não cai na tentação de comer um pastel ou algo pior. Portanto, não saia de casa sem:

- Garrafinhas de água
- Frutas picadinhas ou desidratadas
- Castanhas
- Barrinhas de sementes ou de cereais

7 de janeiro de 2014

'Dieta da vovó' pode ser chave para alimentação saudável...



Nada de regimes restritivos, sucos estranhos ou suplementos vitamínicos – para ter uma alimentação saudável e escapar dos males causados pelos alimentos industrializados, basta se espelhar na dieta que os nossos avós seguiam. Foi isso que a jornalista Marcia Kedouk descobriu durante suas pesquisas para escrever o livro Prato Sujo – Como a Indústria Manipula os Alimentos para Viciar Você (Editora Abril).

Na obra, a autora explica o surgimento da indústria alimentícia no mundo e tenta descobrir como chegamos ao que ela descreve como a "pandemia da barriga cheia" – de acordo com o Global Burden of Disease de 2010, um estudo conduzido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), doenças relacionadas à obesidade já matam mais do que a desnutrição infantil.

Após cerca de um ano de entrevistas e coleta de dados, Marcia Kedouk chegou à conclusão de que a melhor estratégia para o combate à obesidade pode ser mais simples do que se imagina. "É uma volta ao passado. Temos de comer mais comidas que nossos avós comiam, e menos alimentos industrializados", diz.

Embora o interesse por temas ligados ao bem-estar seja crescente, as pessoas não estão aprendendo a se alimentar melhor. "Há um mito de que comer de forma saudável custa muito caro e só pode ser feito por meio de alimentos orgânicos ou produtos light", afirma.

Dieta da vovó — Celso Cukier, nutrólogo do Hospital Albert Einstein, também defende o que ele chama de "dieta da vovó" como chave para uma vida mais saudável. O menu dos antigos não incluía as inúmeras substâncias artificiais e prejudiciais à saúde que fazem parte das comidas industrializadas da atualidade. "Consumir o máximo possível de alimentos caseiros elimina a necessidade de qualquer tipo de suplementação", diz Cukier.

O nutrólogo explica que combinar os alimentos corretamente também é importante. A mistura do clássico arroz com feijão, por exemplo, cria uma poderosa proteína que não existe se a dupla for ingerida separadamente. "Infelizmente, a dupla está sendo gradativamente substituída por modismos", afirma.

Confira algumas combinações de alimentos retiradas do livro Prato Sujo – Como a Indústria Manipula os Alimentos para Viciar Você que prometem mais benefícios à saúde do que qualquer dieta da moda. 
 
Fonte: Veja

6 de janeiro de 2014

Healthy Monday...


SEGUNDA SAUDÁVEL.....
Bom dia! Todo dia é dia, mas a segunda é o dia internacional do "hoje eu começo a dieta" e do "a partir de hoje vou melhorar meus hábitos alimentares". Então, bora mudar isso a partir de hoje? Tome uma atitude agora e comece 2014 com mais saúde e com o corpo em forma!
Lembre-se: Toda segunda-feira é uma nova chance para que um estilo de vida saudável se reinicie. Faça da segunda-feira o dia em que você renova seu compromisso de viver uma vida mais saudável !!!

4 de janeiro de 2014

Excesso de sal e iodo na gestação pode causar hipotireoidismo...



O iodo é um micronutriente essencial para o homem e demais mamíferos, pois é usado na síntese dos hormônios tireoidianos T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina).

Além de regular o metabolismo, esses hormônios são importantes para o
funcionamentoadequado de praticamente todos os órgãos.

Já há muitas décadas se sabe que a deficiência desse mineral pode causar bócio, ou seja, um aumento no volume da glândula tireoide que prejudica seu funcionamento.

Sabe-se também que a falta de iodo durante a gestação pode levar a danos cerebrais em crianças, uma vez que os hormônios tireoidianos desempenham um papel extremamente importante no desenvolvimento do sistema nervoso central.

Por essa razão, no Brasil, tornou-se obrigatória na década de 1950 a adição de iodo no sal de cozinha.

O problema é que hábitos alimentares ruins têm levado as pessoas a ingerir sal demais - e, por tabela, iodo demais.

Estudos recentes têm mostrado que o consumo superior à dose diária recomendada - cerca de 150 microgramas - também pode trazer prejuízos ao funcionamento da tireoide.

Este ano, uma
resolução da Anvisa reduziu a faixa de variação do iodo no salde 20 a 60 miligramas por quilo - quantidade recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para populações que consomem até 10 gramas de sal por dia - para 15mg/kg a 45 mg/kg.

A medida foi tomada após pesquisas do Ministério da Saúde mostrarem que a população brasileira ingere uma taxa de iodo maior do que a recomendada pela OMS em razão do consumo elevado de sal.

Excesso de sal na gravidez

Agora, Caroline Serrano do Nascimento e Maria Tereza Nunes, a Universidade de São Paulo (USP), resolveram usar modelos animais para estudar os efeitos a longo prazo da ingestão excessiva de iodo.

O experimento mostrou que o consumo excessivo de iodo durante o período de gestação e lactação pode tornar os filhos mais propensos a sofrer de hipotireoidismo na vida adulta.

"[O iodo] desencadeia também mecanismos epigenéticos, ou seja, o consumo excessivo desse elemento pela mãe durante a gestação e lactação gera consequências no desenvolvimento fetal e, aparentemente, programa o organismo do filhote para ficar mais suscetível ao desenvolvimento de hipotireoidismo durante a vida adulta", comentou Caroline.

No primeiro trimestre da gestação, explica ela, o feto é totalmente dependente dos hormônios tireoidianos produzidos pela mãe e qualquer alteração na síntese hormonal nessa fase pode causar consequências graves para o desenvolvimento fetal.

Após o segundo trimestre, o bebê já tem sua própria tireoide desenvolvida, mas ainda depende do aporte de iodo da mãe, que é feito pela placenta.

"Vimos que a maioria dos genes ligados à biossíntese dos hormônios tireoidianos estava com a expressão diminuída tanto na mãe, quanto na prole adulta, no grupo exposto ao excesso de iodo durante a gestação e lactação", contou Caroline.

O próximo passo, segundo a pesquisadora, é descobrir em que momento da gestação ou da lactação esse excesso de iodo é mais prejudicial.

"Uma vez que tivermos esclarecido bem os mecanismos que ocorrem na prole, poderemos voltar e descobrir em que fase do desenvolvimento o iodo altera a programação gênica dos animais. Aparentemente, em cada uma das fases há uma resposta diferente na programação da expressão de genes durante a vida adulta", afirmou.

Iodo no sal

Apesar de conhecer bem as consequências da ingestão excessiva de iodo, Nascimento não defende a ideia de eliminar ou reduzir a adição do mineral ao sal.

Uma falta de iodo na gravidez, por exemplo, poderia gerar outros problemas nas crianças:

"Penso que o ideal seria investir em políticas públicas para reduzir o consumo de sal da população, pois dessa forma você evita não apenas prejuízos à tireoide como também doenças cardiovasculares. Com a atual redução, por outro lado, não se tem garantia de que as pessoas vão ingerir quantidades ideais de iodo se diminuírem o sal na alimentação", avaliou.

Fonte: Diário da Saúde

3 de janeiro de 2014

Sete truques para você controlar o enjoo ao viajar...




Andar de carro, tomar um ônibus ou pegar o metrô são atividades que fazem parte do dia a dia da maioria das pessoas. Mas, para algumas delas, colocar o pé em qualquer um desses meios de transporte dá início a um turbilhão de sensações que causam, sobretudo, enjoo. "O fenômeno, conhecido como cinetose, nada mais é do que a sensibilidade do organismo ao movimento passivo, ou seja, quando o corpo está parado, mas, ao mesmo tempo, em movimento", afirma o gastroenterologista Laércio Tenório Ribeiro, da Federação Brasileira de Gastroenterologia.

Segundo o especialista, pessoas que sofrem de cinetose não conseguem adaptar os órgãos responsáveis pelo equilíbrio (como o labirinto, que fica na orelha interna) a esta situação, o que causa mal estar. Alguns alimentos, no entanto, evitam ou aliviam as crises e contar com eles pode ser a diferença entre uma viagem insuportável ou um trajeto como outro qualquer. Veja quais são as sugestões dos especialistas.

Maçã

Alimentos ricos em fibras, como a maçã, ajudam a limpar o organismo de substâncias químicas que favorecem a náusea. "Além disso, ela é um alimento que não é totalmente aproveitado pelo organismo, o que facilita sua digestão", afirma o nutrólogo Fernando Bahdur Chueire, da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN). A melhor maneira de consumir a fruta é in natura.
Biscoito água e sal

O amido, presente no biscoito água e sal, ajuda a absorver ácidos estomacais e acabar com a sensação de enjoo. Ele também está presente em pães e torradas, mas, neste caso, prefira as versões integrais, que ainda contêm fibras. Mas a nutricionista Camila Leonel Mender de Abreu, professora da Faculdade Santa Marcelina, alerta para o consumo consciente desses alimentos. "Todos têm alto valor calórico e, por isso, se consumidos sem moderação podem levar ao ganho de peso", diz.
Água

Dar pequenos goles de água ao longo do dia ajuda a manter o corpo hidratado, o que evita dores de cabeça que costumam acompanhar o enjoo. Mas o nutrólogo Fernando recomenda evitar a ingestão excessiva, especialmente durante refeições. "Beber demais enquanto se come atrapalha a digestão, o que pode causar náuseas", explica.
Oleaginosas

"Por serem alimentos de origem vegetal, oleaginosas também apresentam alto teor de fibras, que auxiliam no combate ao enjoo", afirma o nutrólogo Fernando. Oleaginosas, como as nozes, ainda são boa fonte de proteínas, cujo consumo é fundamental para evitar náuseas. Mas controle o consumo, pois elas são extremamente calóricas. Cinco unidades de nozes, três unidades de castanhas e uma unidade de avelã são as quantidades recomendadas por dia.
Gengibre

"Durante séculos, a raiz de gengibre tem sido usada como remédio popular para diversos problemas, entre eles, disfunções estomacais", afirma a nutricionista Camila. Ele pode ser consumido em cápsulas, em chá ou mesmo em biscoitos. Mas limite o consumo, pois o exagero pode resultar em um efeito contrário ao desejado.
Isotônicos

Isotônicos ou bebidas esportivas não são indicadas apenas para atletas. Repor nutrientes como potássio e sódio também pode ajudar quem sofre de enjoos. A nutricionista Camila recomenda apenas que a ingestão seja feita gradativamente. "Grandes quantidades de líquido distendem o estômago, que é um músculo, o que estimula náuseas", complementa.
Banana

Quem sofre de enjoos ainda pode apresentar deficiência de potássio. "Ela é rara, mas pode acontecer e, neste caso, a banana é um alimento recomendado para a reposição desse nutriente", afirma a nutricionista Camila. Segundo ela, a deficiência de potássio pode causar fadiga, fraqueza, cãibras e paralisia intestinal e essa baixa movimentação pode gerar desconforto abdominal.
 
Fonte: Minha Vida

2 de janeiro de 2014

Dicas para desintoxicar das Festas de Final de Ano...

Final do ano é época de confraternização e muita comida. Pensando nisso, selecionei algumas dicas importantes para que você passe pelas festas de fim de ano sem subir o ponteiro da balança. A ideia é não exagerar no consumo de alimentos e bebidas, mas se você não conseguir, aqui vão algumas sugestões para os dias seguintes à ceia de Ano Novo. Confira:

Vamos às dicas para você desintoxicar seu organismo:


- Beba muita, muita, MUITA ÁGUA, principalmente se extrapolou a dose no álcool. Lembre-se a maior parte do seu organismo é constituída de água, se faltar, nada funciona como deveria.

- Tome chá verde, um excelente diurético e desintoxicante vai te auxiliar a eliminar aquele inchaço indesejado. Não gosta do sabor? Adicione fatias de limão, laranja, hortelã, capim cidreira para saborizá-lo. Outros chás com poder diurético são: alecrim, salsaparrilha e hortelã, mas o chá verde possui muitas propriedades benéficas além da desintoxicação, então seu consumo é importante.

- Nesta semana procure fazer refeições leves com ingredientes naturais para colocar seu metabolismo em dia. Aposte em sopas bem coloridas e que não sejam industrializadas. Faça saladas com uma boa variedade de legumes e verduras para repor vitaminas e minerais ao seu organismo. Carnes magras e grelhadas são uma boa pedida e nada de frituras e carnes gordurosas.

- Aposte no arroz integral, se não tem hábito de consumir os alimentos integrais é uma boa hora para iniciar seu consumo. Além de proporcionar mais saciedade por seu índice glicêmico ser menor, sendo um grande aliado no processo de emagrecimento, de brinde você leva mais nutrientes.

- Abuse das frutas! Com certeza você deve ser daqueles que come 1 fruta ao dia ou 1 por semana. Nada disso! Tente criar o hábito de consumir no mínimo 3 frutas ao dia. A dica que sempre dou ao meus clientes é fazer uma super salada de frutas, mas não aquela tradicional que só vai banana, maçã e mamão. Coloque laranja, kiwi, melão, pêra, maçã, manga, mamão, pique tudo e coloque na geladeira e vá servindo as porções nos lanches, café-da-manhã e leve com você uma porção para o trabalho, além de ser muito mais gostoso que uma fruta só você acaba ingerindo diversas vitaminas de uma vez só.

- Determine horários para as suas refeições. Eu sei que muitas vezes é difícil pela rotina de trabalho, etc, mas procure estabelecer horários para as refeições. Nosso corpo gosta de disciplina e estabelecer esta rotina alimentar evita que você fique beliscando, exagere nas refeições ou coma alimentos que não deve, como por exemplo alimentos fritos ou fast food.

- Se não consegue sozinho, procure ajuda! Tem pessoas que são bem organizadas e conseguem se disciplinar nas refeições, o que não é garantia de estar se alimentando corretamente, mas já é um começo. Acredito que é sempre interessante procurar um profissional para trocar uma ideia sobre seus hábitos alimentares. Muitas vezes as mudanças não são grandes, mas fazem toda diferença. E muitas vezes as mudanças precisam ser drásticas e por isso o suporte técnico de um profissional é importante para que você não desista no meio do caminho já que conseguimos buscar alternativas aos obstáculos.

- E por fim, mas não menos importante, é preciso enraizar o hábito do exercício físico, que além de melhorar a circulação, evitando retenção de líquidos, tem zilhões de benefícios, incluindo o emagrecimento e melhora da qualidade de vida.