30 de setembro de 2015

Para melhorar a saúde, foque na nutrição, não no peso....



Se você está controlando cuidadosamente o que come e não consegue ver melhorias nos níveis do seu colesterol, pressão arterial, glicemia etc., aqui está um pouco de esperança.

A culpa pode ser de inflamações induzidas por deficiências em vitaminas e minerais.

"É bem sabido que o consumo habitual de dietas pobres significa maior risco de doenças futuras, mas claramente este não é um motivo suficiente para muitas pessoas melhorarem seus hábitos alimentares," pondera o professor Bruce Ames, da Universidade da Califórnia em Berkeley.

"No entanto, uma intervenção relativamente fácil, com algo como barras de cereais, pode ajudar as pessoas a tirarem proveito do impacto positivo que uma dieta com nutrição adequada pode ter em suas vidas diárias, o que pode ser um incentivo mais forte para a mudança," acrescentou Bruce.

Só uma barra de cereais

A equipe realizou três ensaios clínicos nos quais adultos comeram duas barras de nutrientes todos os dias durante dois meses. Cada voluntário foi acompanhado com uma ampla variedade de exames para medir indicadores bioquímicos (colesterol, insulina etc) e físicos (pressão arterial, peso etc).

Os voluntários, que apresentavam sobrepeso ou eram obesos, alcançaram níveis metabólicos mais saudáveis, o que incluiu melhoria do HDL (colesterol bom), LDL (colesterol ruim), insulina e glicose, e até a perda de peso em alguns casos.

E tudo isto foi obtido apenas ingerindo, durante dois meses, as barras de cereais fornecidas pela equipe, sem quaisquer requisitos adicionais.

"Se ser saudável fosse tão simples como perder peso ou manter-se magro, nossos ancestrais que viveram em tempos de extrema escassez de alimentos poderiam ainda estar conosco hoje," pondera Gerald Weissmann, editor do The FASEB Journal, no qual o estudo foi publicado.

"Este estudo mostra que o que você come é tão importante, se não mais, do que o quanto você come e quantas calorias você queima na academia," concluiu ele.

Fonte: Diário da Saúde

28 de setembro de 2015

Que tal virar o ano com mais saúde?


Mais uma semana que se inicia e num piscar de olhos dezembro estará batendo na nossa porta! E mais um 31 de dezembro vai chegar e mais uma vez, uma de suas promessas de ano novo será melhorar sua alimentação ou emagrecer. 

Que tal fazer diferente e fechar o ano com melhor qualidade de vida, mais saúde, melhores hábitos alimentares e de vida e claro, com uns quilinhos a menos? 

Não existe data para começar, digo isso porque tenho casos de sucesso de pacientes que fizeram sua primeira consulta no dia 24 de dezembro, isso mesmo, e até hoje mantém bons resultados. 

Tome uma atitude agora e sinta-se orgulhoso e feliz ao fechar o ano com esta meta realizada ou em transição!

Comece seu Projeto (coloque o nome que quiser) o quanto antes e descubra as maravilhas que a alimentação saudável pode proporcionar ao deu corpo!!!

Estamos a disposição para te ajudar neste processo!! Entre em contato e agende sua consulta.

19 de setembro de 2015

Massa de Panqueca Sem Glúten...



A massa é bem simples: 1 colher de sopa de polvilho azedo + 1 colher de sopa de farinha de arroz integral + 1 ovo + 1 colher de chia + água se ficar muito grosso. Frigideira untada com óleo de coco. Rápido, gostoso e saudável.

14 de setembro de 2015

Café aumenta sobrevivência ao câncer de intestino....


Tomar café regularmente parece aumentar as possibilidades de sobreviver ao câncer de intestino, além de proteger os pacientes da reincidência da doença, informa estudo divulgado pela publicação britânica Journal of the Clinical Oncology.

Charles Fuchs e seus colegas do Centro de Câncer Gastrointestinal de Boston (EUA) afirmam ter comprovado que "os consumidores de café têm um risco menor de desenvolver câncer, além do que a sobrevivência e as possibilidades de cura aumentam consideravelmente".

A equipe constatou que os pacientes que recebiam tratamento e que consumiam altas doses de café, quatro ou mais xícaras por dia, tinham cerca de 42% menos possibilidades de registrar reincidência e 34% menos chance de morrer da doença do que aqueles que não consumiam a bebida.

O estudo também mostrou que os pacientes que bebiam café tinham 33% menos possibilidades de morrer de câncer do que os demais pacientes.

Tratamento alternativo

Apesar dos resultados do estudo, Fuchs mostrou-se cauteloso com os potenciais benefícios do café como tratamento alternativo para os doentes de câncer de intestino.

"Se você bebe café habitualmente e está sendo tratado de câncer do intestino, não deixe de beber, mas se não é um consumidor habitual e se pergunta se deve começar, primeiro consulte o seu médico," declarou o pesquisador.

Outra equipe demonstrou recentemente que o café protege contra recorrência do câncer de mama.

Estudos anteriores indicaram que a bebida poderia proteger contra vários tipos de tumores malignos, incluindo os melanomas, o câncer de fígado, o câncer de próstata avançado e o câncer de boca.

Fonte: Diário da Saúde

12 de setembro de 2015

Bolo de Amêndoas e Cacau...



Ingredientes:

200g de farinha de amêndoas
3 colheres de sopa de farinha de arroz integral
3 colheres de sopa de mix de farinhas sem glúten Beladri
1/2 xícara de açúcar de coco, demerara ou mascavo
1/2 xícara de cacau em pó
4 ovos
1 xícara de leite de coco
2 colheres de sopa de óleo de coco
1 colher de sopa de fermento em pó 
1 punhado de castanhas variadas para cobertura: usei nozes, amêndoas e pistache

Modo de Preparo:

Bata as claras em neve e reserve. Misture todos os ingredientes até ficar homogêneo. Acrescente o fermento em pó ás claras e misture delicadamente tudo. Pique as castanhas e jogue por cima formando uma camada. Leve para assar em forno pré-aquecido a 180 graus por 30 minutos. Densidade nutritiva!!!

Gostou da receita? Então nos siga no Instagram @dracristianespricigo e veja em primeira mão! 

9 de setembro de 2015

Dieta da Mente evita declínio cognitivo...



Embora as habilidades cognitivas pareçam diminuir naturalmente como parte do processo normal de envelhecimento, pode ser possível dar uma mordida num pedaço desse esperado declínio.

A ingestão de um grupo de alimentos específicos, conhecidos como Dieta da Mente, pode retardar o declínio cognitivo entre os adultos mais velhos, mesmo quando a pessoa não está em risco de desenvolver a doença de Alzheimer.

Pesquisadores da Universidade Rush (EUA) demonstraram que adultos mais velhos que seguiram a Dieta da Mente de forma mais rigorosa apresentaram um desempenho cognitivo equivalente ao de pessoas 7,5 anos mais jovens, em comparação com aqueles que não seguiram a dieta tão rigorosamente.

Os resultados foram publicados na revista Alzheimer & Dementia, o jornal científico da Associação de Alzheimer dos EUA.

Dieta da Mente

A Dieta da Mente é uma adaptação da dieta mediterrânea, incluindo 15 alimentos, 10 reconhecidamente "saudáveis para o cérebro", e cinco não saudáveis - carne vermelha, manteiga e margarina, queijo, bolos e doces e alimentos fritos ou comidas rápidas.

Para se beneficiar da dieta, a pessoa precisa comer pelo menos três porções de grãos integrais, uma porção de vegetais folhosos verdes e uma porção de outros vegetais todos os dias, tudo acompanhado por uma taça de vinho.

Além disso, é necessário petiscar nozes e castanhas quase todos os dias, comer feijão ou outro grão pelo menos a cada dois dias, frutas vermelhas pelo menos duas vezes por semana e peixe pelo menos uma vez por semana.

Além disso, o estudo constatou que, para ter uma chance real de evitar os efeitos devastadores do declínio cognitivo, a pessoa deve limitar a ingestão dos alimentos não saudáveis, especialmente manteiga (menos de 1 colher de sopa por dia), doces e tortas, queijos integrais, e frituras ou comidas rápidas (menos do que uma porção por semana de qualquer dos três).

Mirtilos e morangos

As frutas vermelhas da classe do mirtilo (blueberries) são a única fruta que deve obrigatoriamente estar presente na Dieta da Mente - as demais ficam ao gosto de cada um.

"O mirtilo é um dos alimentos mais potentes em termos de proteger o cérebro," disse Martha Clare Morris, coordenadora da equipe que desenvolveu a dieta.

Ela acrescenta que os morangos também tiveram um bom desempenho em estudos anteriores do efeito dos alimentos sobre a função cognitiva.

Fonte:Diário da Saúde

7 de setembro de 2015

Cafeína: dose e idade definem entre remédio e veneno...



Em um ditado que tem sido repetido à exaustão pela ciência moderna, o médico e alquimista medieval Paracelso afirmou que a diferença entre o remédio e o veneno está na dose.

No caso da cafeína, a diferença pode estar também na idade de quem a consome.

Enquanto em indivíduos adultos a substância parece proteger o cérebro de danos causados pelo estresse que podem desencadear quadros depressivos, na vida intrauterina ela pode atrapalhar o desenvolvimento cerebral e representar um fator de risco para doenças como epilepsia.

As conclusões são de estudos feitos com animais de laboratório por um grupo que envolve pesquisadores da Alemanha, Estados Unidos, Brasil e Portugal.

Cafeína e depressão

"Tentamos reproduzir no modelo animal aquilo que todos nós humanos sentimos naquele momento da vida em que tudo vai mal. O carro quebra, perde-se o emprego, termina-se um relacionamento amoroso, descobre-se que um amigo tem câncer. Tudo é uma desgraça e, muitas vezes, esse conjunto de situações dá origem a um quadro depressivo", contou Rodrigo Cunha, da Universidade de Coimbra.

Com base nesses testes, os pesquisadores concluíram que o grupo tratado com cafeína apresentou uma quantidade significativamente menor de sintomas depressivos em relação ao controle.

Esse efeito parece ser mediado por um receptor celular existente em grande quantidade nos neurônios, chamado A2A para adenosina, um dos componentes da molécula de ATP (adenosina trifosfato), que é essencial para o metabolismo energético.

Novos estudos precisam agora ser realizados para validar o receptor A2A como um alvo terapêutico para tratamento da depressão em humanos.

"O grande problema de transpor essa informação para o homem é que somos sempre mais complicados. O receptor é uma proteína formada por uma cadeia de aminoácidos e essa cadeia pode ter pequenas variações de acordo com cada indivíduo. Isso é o que chamamos de polimorfismo genético e é o que faz as pessoas serem mais ou menos sensíveis à cafeína," explicou Cunha.

Cafeína na gestação

Em outro estudo da equipe foram avaliados os efeitos do consumo da cafeína durante a gestação e a lactação em camundongos. Estudos em humanos já demonstraram que o consumo de cafeína durante a gravidez reduz o peso do bebê.

"Observamos que a cafeína causa um atraso na migração para o hipocampo [região cerebral relacionada com memória e percepção espacial] de um grupo específico de neurônios gabaérgicos [que secretam ácido gama-aminobutírico]. Eles atingem o alvo, mas com um atraso de vários dias. Isso atrapalha o processo de construção do cérebro e causa um desequilíbrio", contou Christophe Bernard, responsável pelos experimentos.

O efeito foi observado tanto na análise do tecido cerebral de camundongos quanto de macacos, que apresentam maior semelhança com os humanos.

"Em decorrência do desequilíbrio causado pelo atraso dos neurônios, os filhotes se tornaram mais suscetíveis a sofrer de epilepsia e a apresentar convulsões febris. E apresentam um limite de tolerância ao aumento da temperatura corporal cerca de 1,5 grau Celsius menor," contou Bernard.

Limite de consumo de cafeína

Presente não apenas no café, mas também em diversos tipos de chá, refrigerantes, chocolates e bebidas energéticas, a cafeína é de longe a substância psicoativa mais consumida no mundo.

Não existe um consenso na comunidade científica sobre qual seria o limite diário de segurança para a ingestão de cafeína - por exemplo, já se demonstrou que a cafeína no café expresso pode ser demais para pessoas sensíveis.

Segundo relatório publicado em maio pelo comitê científico da Autoridade Europeia para Segurança Alimentar (EFSA), o consumo de até 400 mg ao dia (cerca de 4 xícaras de café) por indivíduos adultos com em média 70 kg e que não estejam gestantes não representaria riscos significativos de saúde.

Para mulheres grávidas ou lactantes, o valor supostamente seguro seria de 200 mg ao dia.

Bernard defende a necessidade de realizar estudos clínicos que confirmem se a quantidade de 200 mg ao dia é de fato segura para o desenvolvimento cerebral durante a gestação ou se pode representar um fator de risco para o desenvolvimento de patologias na vida adulta.

Fonte: Diário da Saúde

4 de setembro de 2015

Panqueca Rápida...



Ingredientes:

1 colher de sopa de mix de farinhas sem glúten 
1 colher de sopa de farinha de amêndoas
1 colher de chá de farinha de coco
1 ovo
1 ou 2 colheres de sopa de leite de coco (ou até dar cremosidade)
1 colher de chá de chia e canela a gosto

Modo de Preparo:

Misturar todos os ingredientes e colocar na frigideira antiaderente para dourar dos dois lados. Rápido e gostoso. Porque a dieta não precisa ser monótona!

2 de setembro de 2015

Para viver mais, adicione um toque de pimenta malagueta...



Uma pesquisa realizada na China sugere que o consumo frequente de comida temperada com pimenta malagueta fresca pode aumentar a longevidade.

Os pesquisadores examinaram a dieta de quase 500 mil pessoas durante sete anos, com idades entre 35 e 79 anos, de dez regiões geográficas diferentes da China.

Verificou-se que as pessoas que consumiam comida picante uma ou duas vezes por semana tinham uma redução de 10% no risco de morte na comparação com as que consumiam este tipo de refeição menos de uma vez por semana.

O risco foi reduzido ainda mais, em 14%, entre as pessoas que consumiam comida picante entre três e sete dias por semana.

Benefícios da pimenta malagueta

Já se conhece há algum tempo o potencial do principal componente ativo da pimenta, a capsaicina, apontada como antioxidante, anti-inflamatório e base de uma nova geração de analgésicos.

As pessoas desde estudo foram acompanhadas entre 2004 e 2008, relatando seu estado de saúde, consumo de bebidas alcoólicas, consumo de comida picante, principal fonte de consumo de pimenta (fresca ou seca, em molho ou em óleo) e também o consumo de carnes e verduras.

Cerca de sete anos depois, os pesquisadores registraram 20.224 mortes no grupo. Os participantes com um histórico de doenças graves foram excluídos e fatores como idade, estado civil, educação, atividade física, histórico familiar e dieta em geral também foram levados em conta.

Os participantes vivos foram então questionados sobre o tipo de comida picante que consumiam e qual era a frequência. A pimenta malagueta, que está entre os ingredientes mais tradicionais da China, foi o tempero que mais apareceu entre as respostas.

Efeito protetor

As análises mostraram que os participantes que consumiram a pimenta apresentavam um menor risco de morte causada por câncer, diabetes, doenças respiratórias e doenças cardíacas isquêmicas.

Uma análise mais profunda revelou que a pimenta fresca tinha um efeito até mais forte na proteção contra estas doenças.

Os pesquisadores, da Academia Chinesa de Ciências Médicas, ressaltam que os dados são resultados apenas de observação e que ainda são necessários mais estudos para verificar os mecanismos biológicos envolvidos na ação da pimenta malagueta sobre a longevidade.

Fonte: Diário da Saúde