27 de fevereiro de 2014

Anvisa proíbe a venda de 20 tipos de Whey Protein...


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária vai proibir a venda e a distribuição de 20 suplementos com Whey Protein. Os produtos são de 14 fabricantes diferentes. A decisão foi tomada após a autarquia confirmar irregularidades entre a quantidade real de carboidratos e proteínas contidas no produto era diferente do publicado na embalagem. A suspensão dos suplementos será publicada amanhã no Diário Oficial da União (DOU).

A disparidade entre as composições dos produtos é considerada fraude contra o consumidor. A agência também percebeu que havia soja nos produtos que não eram declaradas no rótulo. De acordo com a agência, isso pode acarretar em risco à saúde das pessoas que têm alergia ao alimento.

Dos 20 produtos que apresentaram irregularidades, 19 tinham carboidratos superiores aos declarados no lote e um deles apresentou uma quantidade inferior. As empresas fabricantes serão autuadas e podem sofrer uma série de sanções, entre elas o pagamento de uma multa que pode variar de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão. A Anvisa pede que os consumidores que identificarem os produtos a venda entrem em contato com a vigilância sanitária de seu município ou estado porque os suplementos não podem ficar expostos.

Confira a relação de produção que serão proibidos

- Super Nitro Whey NO2 – American Line Suplements

- 3W – Fast Nutrition

- Whey Protein Optimazer – Cyberform

- Whey NO2 Pro Baunilha – Pro Corps

- Whey NO2 Pro – Pro Corps

- Whey 5W Pro – Pro Corps

- Ultra Pure Whey+ Isolate Whey - Nutrilatina Age Superior

- Extreme Whey Protein - Solaris

- Extreme Whey Protein – Solaris

- 100% Ultra Whey – Ultratech Supplements

- Bio Whey Protein – Performance

- Peter Food – Whey NO2 + Creatine

- 100% Whey Xtreme – Pharma

- Super Whey 100% Pure – IntegralMedica

- Super Whey 3W – IntegralMedica

- Fisio Whey Concentrado NO2

- Designer Whey Protein

- Muscle Whey Proto NO2 - Neo Nutri

- Whey Protein 3W – DNA Design Nutrição Avançada

- Isolate Whey – Neo Nutri

Fonte: Correio Braziliense

Dica para facilitar sua dieta....

 
 
Na correria do dia-a-dia muitas vezes fica difícil higienizar a salada toda vez que vamos consumir. Esta reclamação é recorrente no consultório. Por isso, sempre oriento meus pacientes a tirar 1 dia da semana para higienizar as folhas, picar, ralar os legumes e separa já nas porções que vão consumir. assim fica fácil consumir sua saladinha todos os dias e facilita ainda mais para aqueles que levam sua marmita diariamente pro trabalho.
 
#dicanutricris

25 de fevereiro de 2014

Deficiência de vitamina A deve ser resolvida pela alimentação...



Pesquisas sobre a deficiência de vitamina A geralmente são focadas em bebês e crianças com menos de cinco anos de idade, sendo muito associada ao desmame precoce.

Mas um novo estudo, que acompanhou quase 2.800 crianças com idades entre 5 e 12 anos, constatou que as crianças com menos vitamina A (retinol) no sangue têm maior incidência de diarreia com vômitos e tosse com febre.

"Estudos com crianças mais velhas têm incluído uma variedade de micronutrientes administrados juntos, mas nenhum estudo tinha estimado apenas o papel potencial da vitamina A neste grupo etário," disse Eduardo Villamor, da Universidade de Michigan (EUA), orientador do estudo.

A equipe também mediu os níveis de outros micronutrientes que são importantes para o
sistema imunológico, incluindo zinco, ferro, ácido fólico e vitamina B12 - mas apenas a vitamina A estava relacionada às doenças.

"A associação que encontramos com a vitamina A seguiu um padrão de dose-resposta, em que maiores concentrações de retinol no sangue estavam relacionadas com menos sintomas," disse Villamor.

Especificamente, eles calcularam que, para cada 10 microgramas por decilitro de retinol presente no sangue, as crianças experimentaram 18% menos dias com diarreia e vômitos, 10% dias com tosse e febre e 6% menos visitas ao médico.

A conclusão do estudo, publicado The Journal of Nutrition, é que a deficiência de vitamina A deixa as crianças mais propensas a ficar doentes com problemas respiratórios e gastrointestinais.

Alimentos, não suplementos

Por outro lado, os estudos têm mostrado que a prescrição de vitamina A na forma de suplementos para crianças não gera resultados consistentes.

"Os efeitos dos micronutrientes, incluindo o retinol, podem variar em diferentes configurações devido ao estado nutricional subjacente da população, aos padrões epidemiológicos dos microrganismos que causam a doença - seja viral, bacteriana ou parasitária - à idade e, possivelmente, ao sexo das crianças e a outros fatores. Definitivamente, é incerto se a suplementação seria a única solução para tudo," disse Villamor.

Assim, o que parece mais adequado é cuidar da alimentação das crianças.

Os alimentos ricos em vitamina A incluem, entre muitos outros, abacate, abóbora, brócolis, cenoura, leite, mamão, manteiga, maçã, agrião e tomate.

Fonte: Diário da Saúde

22 de fevereiro de 2014

Receitas de picolés de frutas caseiros...

(Clique para ampliar)
Nem toda criança gosta de comer a fruta in natura. Nesses casos, para garantir a ingestão de todos os nutrientes necessários para o desenvolvimento infantil, os pais precisam ser criativos: fazer sucos, criar vitaminas, misturar em bolos, embutir nas sobremesas. Com a chegada do verão, o sorvete passa a ser uma opção bacana, ainda mais se estiver no formato de picolé. Práticos e coloridos, são lúdicos e fáceis de serem consumidos. A criança se diverte e ainda consome vitaminas importantes como a C, A e B. O ideal é ter forminhas próprias para fazer picolés, que já vem com palitos e tudo. Mas quem não tiver, pode improvisar usando copinhos de plástico e palitos de madeira. Uma boa forma de manter o palito firme no meio do sorvete e espetá-lo em um pedacinho de banana colocado no fundo do copinho. Quem quiser ainda pode fazer os sorvetes em sacolés, aqueles saquinhos compridos ideais para isso. Conheça algumas receitas para fazer e se inspirar(clique aqui)

Fonte:
Bebe.com.br

17 de fevereiro de 2014

Anvisa proíbe venda de quatro suplementos alimentares para atleta...



Resoluções da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) publicadas no Diário Oficial da União suspendem, a partir de hoje (17) a distribuição e a venda, em todo o território nacional, de quatro suplementos alimentares para atletas.

O primeiro deles, Alimento para Atletas da marca ISOFAST-MHP, fabricado por Maximum Human Performance Inc. e importado por Macroex Comercial Importadora e Exportadora Ltda, foi suspenso por apresentar BCAA (aminoácidos de cadeia ramificada) e por não se enquadrar em nenhuma das classificações previstas pela agência.

Já o suplemento de cafeína para atletas, marca ALERT 8-HOUR-MHP, fabricado por Maximum Human Performance Inc. e importado por Macroex Comercial Importadora e Exportadora Ltda, foi suspenso por conter taurina em sua composição.

O produto Carnivor, fabricado por MuscleMeds e distribuído por Nutrition Import Comércio Atacadista de Suplemento Ltda, foi suspenso por apresentar teores de vitamina B12 e B6 acima da ingestão diária recomendada e por apresentar as substâncias glutamina alfa-cetoglutarato (GKC), ornitina alfa-cetoglutarato (OKG), alfa-cetoisocaproato (KIC), que não foram avaliadas quanto à segurança de consumo como alimentos.

Por fim, o produto Probolic-SR-MHP, fabricado por Maximum Human Performance Inc. e importado por Commar Comércio Internacional Ltda, foi suspenso por não haver comprovação de segurança de uso.

Fonte: R7

15 de fevereiro de 2014

Por que é menos saudável engravidar com sobrepeso?



Já se sabia que, ao engravidar, mulheres obesas ou com sobrepeso apresentam maior risco de desenvolver complicações como pré-eclâmpsia e diabetes gestacional.

Agora, pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), encontraram algumas pistas para entender por que isso ocorre.

Analisando amostras sanguíneas de quase 200 gestantes nessas condições, os pesquisadores concluíram que o sobrepeso está associado a alterações significativas nos níveis de duas substâncias secretadas pelo tecido adiposo - adiponectina e leptina - que podem contribuir para o aumento do grau de inflamação sistêmica.

"Durante a gravidez, existe um grau de inflamação fisiológico resultante da interação entre mãe e feto. Por outro lado, a obesidade, a diabetes e a hipertensão são doenças com forte componente inflamatório. Avaliar a combinação entre gestação e obesidade com foco em inflamação, portanto, parece importante para entender os riscos e os mecanismos envolvidos nessas patologias obstétricas", disse Silvia Daher, coordenadora do estudo.

Com base no Índice de Massa corporal (IMC) pré-gestacional, as voluntárias foram divididas em quatro diferentes grupos: as com sobrepeso saudáveis (IMC igual ou maior que 25), as com sobrepeso e diabetes gestacional, as com peso ideal (IMC entre 18,5 e 24,9) saudáveis e as com peso ideal, mas com diabetes gestacional.

As análises mostraram uma redução significativa nos níveis de adiponectina associada ao sobrepeso, bem como aumento nos níveis de leptina.

"A adiponectina tem ação anti-inflamatória e anti-hiperglicêmica, e normalmente diminui durante a gestação porque é preciso aumentar a quantidade de glicose circulante para suprir as necessidades do feto.

"Já a leptina e a resistina são adipocinas que induzem a produção de citocinas inflamatórias, como a IL6 e o TNF-alfa, podendo agravar a resistência à insulina típica da gestação e também a inflamação sistêmica.

"É um fator que pode estar contribuindo para a inflamação e para uma maior resistência à insulina nas gestantes com sobrepeso", avaliou Daher.

"Pretendemos agora estudar um grupo de mulheres com IMC maior ou igual a 30 para ver se há alterações mais intensas nesses e em outros mediadores inflamatórios", informou a pesquisadora.

Fonte: Diário da Saúde

13 de fevereiro de 2014

Tomate antioxidante pode ajudar na prevenção de doenças degenerativas...


A Embrapa lançou uma nova variedade de tomate que apresenta elevados teores do carotenoide licopeno, um antioxidante tido como um dos mais eficientes na prevenção de doenças degenerativas e cardiovasculares.

O tomate tipo cereja, chamado BRS Zamir, atende ainda ao segmento de cozinha gourmet pelos teores de açúcares e ácidos equilibrados.

O fruto híbrido é representante de uma nova geração de tomates nutricionalmente enriquecidos, ao mesmo tempo em que conserva todas as principais características típicas do segmento dos tomates tipo cereja (textura, sabor e cor).

O BRS Zamir contém em torno de 114 mg/kg do carotenoide licopeno.

De acordo com o pesquisador Leonardo Boiteux, do ponto de vista do consumidor esse é um aspecto importante, mas não o único.

"Além da nutrição antioxidante, os frutos desse híbrido apresentam uma combinação bastante equilibrada entre os teores de açúcares e ácidos, resultando num excelente impacto sensorial/gustativo. Essas características fazem desse tomate um dos mais saborosos dentro do segmento 'grape'," disse ele.

O cultivo protegido é preferencialmente recomendado para o novo híbrido, embora, com manejo adequado, o plantio em campo aberto não diminua as suas qualidades: são, em médias oito quilos por planta e duração de até 15 dias na prateleira, após ser colhido.

Fonte: Diário da Saúde

11 de fevereiro de 2014

Alternativa ao iogurte é feita com leite vegetal...



Um novo produto fermentado com bactérias probióticas de grãos e nozes - conhecido normalmente como "leite vegetal" - mostrou ser uma alternativa eficaz aos iogurtes convencionais.

O produto foi inicialmente concebido para ser usado por pessoas com alergia a leite de vaca, intolerância à lactose ou glúten, bem como crianças e mulheres grávidas.

Os resultados, contudo, mostraram-se melhores do que o esperado.

Os estudos de laboratório mostraram que os "iogurtes vegetais" têm propriedades anti-inflamatórias em células do intestino, o que poderia aliviar reações alérgicas provocadas pela ingestão de alimentos e aumentar a biodisponibilidade de ferro.

As caseínas, presentes no leite de vaca, figuram na lista de componentes alérgenos que dificultam a absorção do ferro.

A equipe espanhola responsável pelo desenvolvimento do produto já trabalhou com amêndoas, avelãs e aveia, e agora pretende avaliar o uso de nozes e castanhas como matéria-prima para compor as alternativas ao iogurte tradicional.

"Os resultados que obtivemos mostram também que os 'leites vegetais' que estudamos são uma boa matriz para o crescimento e viabilidade de bactérias probióticas por toda a vida útil do produto, especialmente depois de sua ingestão," disse Chelo González, da Universidade Politécnica de Valência.

Além disso, a pesquisa oferece novas dicas para melhorar os leites à base de planta, ou leites vegetais, disponíveis no mercado hoje, que têm deficiências relacionadas à baixa estabilidade física durante o armazenamento.

Leites vegetais

O "leite" feito de nozes e grãos representa uma alternativa ao leite animal e ao leite de soja.

Esses leites à base de plantas também têm componentes de grande valor nutricional, que podem proporcionar inúmeros benefícios para a saúde tanto para os consumidores com problemas específicos (intolerância à lactose, alergia ao leite de vaca, etc.), como para a população em geral, sobretudo para os vegetarianos.

Esses leites vegetais são caracterizados por um perfil saudável de ácidos graxos e carboidratos com baixo índice glicêmico (adequado para diabéticos).

Além disso, eles constituem uma importante fonte de vitaminas B e E, compostos antioxidantes (fitoesteróis e/ou polifenóis) e fibras alimentares, o que ajuda a melhorar a saúde intestinal.

Os leites vegetais também são ricos em potássio e apresentam teor muito baixo de sódio.

Fonte: Diário da Saúde