30 de janeiro de 2013

Enzima pode reduzir e até reverter a obesidade...



Cientistas conseguiram reverter a obesidade em animais de laboratório por meio da manipulação de uma única enzima.
A obesidade foi revertida manipulando a produção da enzima tirosina quinase 2, ou Tyk2 na sigla em inglês (tyrosine protein kinase-2).
Os cientistas descobriram que a Tyk2 ajuda a regular a obesidade por meio da diferenciação de um tipo de tecido gorduroso descoberto há poucos anos, chamado tecido adiposo marrom.
Reversão da obesidade
A descoberta abre caminho para o desenvolvimento de novas terapias para conter, e eventualmente reverter, a obesidade.
A nova informação é particularmente promissora porque o estudo mostrou que os níveis da enzima podem ser controlados por meio da alimentação.
"Nós descobrimos que os níveis de Tyk2 nos camundongos são regulados pela dieta. Nós então testamos amostras de tecidos humanos e descobrimos que os níveis de Tyk2 são até 50% inferiores nos humanos obesos," disse o Dr. Andrew Larner, da Universidade Commonwealth-Virgínia (EUA).
Assim, segundo Larner, o mecanismo funciona tanto em camundongos, quanto em humanos.
Tipos de gordura
O corpo humano possui vários tipos de tecidos adiposos, ou gorduras: gordura branca, gordura marrom e gordura bege.
A gordura branca é o depósito primário de energia - se você come mais do que despende em energia, o excesso de calorias se acumula em seu corpo na forma de gordura branca.
Já a gordura marrom ajuda a manter a temperatura corporal.
Durante muito tempo os cientistas acreditaram que ela só era ativa nas crianças.
Só muito recentemente eles descobriram que a gordura marrom ajuda a controlar o gasto energético - o que fez com que ela passasse a ser conhecida como "gordura boa".
Fonte: Diário da Saúde

29 de janeiro de 2013

Conheça as dietas mais estranhas da história...



Há uma longa história de "dietas milagrosas", que a historiadora Louise Foxcroft descreve em seu livro "Calorias e Espartilhos: Uma História da Dieta através de 2 mil anos", ainda sem versão em português.
"A prática da dieta na Antiguidade era vista como uma forma de melhorar a saúde física e mental. As pessoas realmente pegaram um gosto por essas dietas ditas milagrosas no século 19. Foi durante esse tempo que começou a haver uma preocupação excessiva com a estética e, assim, a indústria do regime explodiu", explica Foxcroft.
Outra marca registrada dessas chamadas dietas milagrosas é que elas sempre estiveram associadas com as celebridades.
O boom da indústria da dieta também foi facilitado pelo crescimento no número de celebridades, dos meios de comunicação e dos novos medicamentos, acrescenta Foxcroft.
Portanto, quais são as dietas milagrosas mais estranhas e prejudiciais à saúde da história?
Mastigue e salive bastante
Na virada do século 20, o norte-americano Horace Fletcher popularizou a ideia de que uma das maneiras mais efetivas de perder peso era mastigar e cuspir bastante.
O fletcherismo, como foi chamado seu processo de emagrecimento, dizia que as pessoas deveriam mastigar a comida até todas as calorias fossem "extraídas" e depois cuspir o material fibroso que restou.
Fletcher detalhava minuciosamente quantas mastigadas a pessoa tinha de dar para cada tipo de comida. Segundo ele, um determinado tipo de alho, por exemplo, teria de ser mastigado em torno de 700 vezes.
Por mais estranha que pudesse parecer, a dieta tornou-se bastante popular e atraiu vários seguidores famosos, como os escritores Henry James e Franz Kafka.
Segundo Foxcroft, o regime chegava ao ponto de cronometrar os jantares de modo que as pessoas mastigassem a comida.
"A dieta também previa que seu seguidor defecaria apenas uma vez a cada duas semanas e que seu cocô não teria odor. Pelo contrário, as fezes teriam um odor similar a 'biscoitos recém-tirados do forno'", diz.
"Fletcher carregava uma amostra de suas próprias fezes com ele para ilustrar o feito de sua dieta", acrescenta.
Dieta dos vermes
Também no início do século passado, uma dieta inusitada fez enorme sucesso. O regime previa a ingestão de tênias (ou solitárias) para emagrecer.
A cantora de ópera Maria Callas teria sido uma das celebridades daquela época a ter comido parasitas para perder peso.
As pessoas que seguiam essa dieta deveriam ingerir ovos dos parasitas, frequentemente em forma de pílulas. A teoria baseava-se na ideia de que tão logo as tênias atingissem a maturidade no intestino dos pacientes, absorveriam a comida, dando início ao processo de emagrecimento, por vezes, acompanhado de diarreia e vômito.
Uma vez que o usuário atingisse o peso desejado, tomaria uma pílula para matar os parasitas que, no melhor dos casos, morreriam.
A pessoa teria, então, de excretá-los, o que poderia causar complicações no abdômen e no reto.
O regime era arriscado em vários sentidos. Não apenas o parasita poderia crescer em até 9 metros de comprimento dentro do corpo do seguidor da dieta, como também poderia provocar inúmeras doenças, como dores de cabeça, problemas oftalmológicos, meningite, epilepsia e demência.
"Durante o século 19, a dieta tornou-se um grande negócio", diz a historiadora Annie Gray, especializada em nutrição. "A publicidade ficou cada vez mais sofisticada, com mais e mais produtos dietéticos sendo colocados à venda."
Arsênico
Remédios, pílulas de emagrecimento e "poções mágicas" tornaram-se um grande negócio no século 19. Mas tais medicamentos normalmente continham ingredientes perigosos, incluindo arsênico e estricnina.
"Eles foram alardeados como aceleradores do metabolismo, tal qual as anfetaminas," diz Foxcroft.
Apesar de a quantidade de arsênico nas pílulas ser pequena, era também muito perigosa.
Não eram raras as vezes em que os seguidores dessa dieta tomavam uma dosagem acima da recomendada para perder peso mais rápido, morrendo por envenenamento.
Além disso, o arsênico nem sempre aparecia na bula como um dos ingredientes do remédio, o que fazia com que as pessoas desconhecessem o que estavam tomando.
"Não havia muito controle sobre a venda de tais venenos naquela época e qualquer um podia obtê-los para todos os fins", diz Foxcroft.
"Isso propiciou o surgimento de falsos médicos, que se diziam especialistas em dietas para promover e vender tais produtos. Muitas pessoas caíam nesse 'milagre de cura'," acrescenta a historiadora.
Vinagre
As dietas de celebridades são mais antigas do se pensa. Lord Byron foi um dos primeiros ícones desse tipo de regime e ajudou a dar o pontapé na obsessão pública sobre como os famosos perdem peso.
Como as celebridades de hoje em dia, o poeta britânico trabalhava duro para manter a cintura. No início de 1800, ele popularizou um tipo de dieta que consistia majoritariamente na ingestão de vinagre.
A proposta desse regime era de que, para limpar o organismo das impurezas, a pessoa precisaria beber vinagre diariamente e comer batatas embebidas no líquido. Os efeitos colaterais incluíam vômito e diarreia.
Por causa da imensa influência cultural de Byron, havia muita preocupação sobre o efeito da dieta na juventude daquela época.
Isso porque muitos escritores acabaram restringindo-se à alimentação composta por vinagre e arroz para tentar chegar ao estilo e à palidez de Byron.
"Muitas de nossas meninas estão vivendo sua adolescência em semi-jejum," escreveu um crítico daquela época.
No início do século 19, os padrões de alimentação também se tornaram mais prescritivos, como a maneira de sentar-se à mesa ou promover um jantar, diz Gray.
"Isso fez com que as pessoas começassem a se preocupar com o seu físico. A Rainha Vitória, da Inglaterra, por exemplo, vivia aterrorizada com seu peso."
Borracha
Em meados de 1800, o norte-americano Charles Goodyear descobriu como melhorar a borracha além de seu estado natural por meio de um processo conhecido como 'vulcanização'.
Com a Revolução Industrial e a produção em massa, o uso da borracha foi, de repente, expandido maciçamente.
A partir daí, foram fabricantes aos milhares ceroulas e espartilhos feitos do material.
A ideia era de que a borracha disfarçaria o excesso de peso, mas, mais importante, esquentaria o usuário, fazendo-o suar e, eventualmente, perder peso.
Tais peças de roupa eram usadas tanto por homens quanto por mulheres, diz Foxcroft.
"Naquela época, todo o tipo de roupa e tratamento era anunciado como uma maneira de perder peso", completa Gray.
A dieta durou até a Segunda Guerra Mundial, quando a borracha passou a ser empregada exclusivamente no confronto.
Fonte: Diário da Saúde

28 de janeiro de 2013

Healthy Monday...



SEGUNDA SAUDÁVEL...

Mais uma semana que se incia e eu te pergunto: como anda a qualidade do seu sono? Pois é, se você não descansa, o organismo diminui sua quantidade de leptina, o hormônio da saciedade. E o que é pior, aumenta a produção de grelina, que aumenta o apetite, ou seja, mais fome e menos saciedade é uma equação que resulta em quilos extras.

Então, se você deseja emagrecer, comece a cuidar melhor do seu sono e tenha resultados melhores.

Lembre-se: Toda segunda-feira é uma nova chance para que um estilo de vida saudável se reinicie. Faça da segunda-feira o dia em que você renova seu compromisso de viver uma vida mais saudável ! 

25 de janeiro de 2013

Pesquisa brasileira aumenta efeito anticancerígeno do suco de laranja...



Devido principalmente às suas comprovadas atividades antioxidantes, os polifenóis, ou compostos fenólicos, estão relacionados à prevenção do câncer e de doenças cardiovasculares.
Sua reconhecida capacidade de combater radicais livres, associados a processos de oxidação que conduzem a uma série de doenças degenerativas,determina o seu uso como substâncias bioativas, componentes dos chamados alimentos funcionais.
A presença dos polifenóis em grandes variedades de fontes vegetais, incluindo frutas, legumes e cereais, assim como em chás e sucos de frutas, faz com que esses produtos estejam sempre presentes na composição de uma dieta sadia.
Biotransformação
Entretanto, os polifenóis naturais ocorrem frequentemente ligados quimicamente a moléculas de açúcares ou a outros conjugados que podem comprometer a sua biodisponibilidade e limitar os seus efeitos benéficos no organismo.
Processos biotecnológicos que rompam essas ligações químicas, de forma a isolar a molécula do polifenol das que lhe estão associadas, podem ser chamados de biotransformação.
A biotransformação das fontes vegetais dos polifenóis, ou dos produtos delas advindos, leva ao aumento da concentração de compostos fenólicos livres e melhora a atividade funcional desses antioxidantes.
Antioxidantes
Os compostos antioxidantes assumiram particular importância quando se descobriu que as doenças crônico-degenerativas, diabetes, problemas coronários, cânceres, entre outros males que acompanham o envelhecimento, são antecedidos por processos oxidativos que ocorrem no organismo em níveis acima dos normais.
Em decorrência da associação entre o consumo de alimentos e bebidas ricos nessas substâncias e a preservação de doenças, o interesse por polifenóis passou a ser crescente.
Mas era necessário vencer as limitações impostas pelas estruturas desses compostos que afetam suas propriedades biológicas como biodisponibilidade, atividades antioxidantes e interações específicas com receptores celulares e enzimas.
Alimentos funcionais
Uma das alternativas para se chegar a eles é a biotransformação de fontes vegetais.
As pesquisadoras Lívia Rosas Ferreira e Gabriela Alves Macedo, da Unicamp, desenvolveram recentemente uma técnica para aumentar a atividade funcional dos antioxidantes na matriz alimentar do suco de laranja.
Dependendo do método empregado, a atividade antioxidante do suco de laranja aumentou de 50% a 70%.
Para as pesquisadoras brasileiras, os estudos da biotransformação enzimática de polifenóis em matrizes alimentares, que revelaram o aumento da atividade antioxidante, abrem caminho para a produção de alimentos de consumo corrente com maiores atividades funcionais.
Fonte: Diário da Saúde

24 de janeiro de 2013

O que é melhor para perder peso: exercícios ou dieta?



Fazer dieta ou exercícios físicos?
Esta é a dúvida com que se depara a maioria das pessoas que acredita que é hora de ficar de bem com a balança - e com a saúde.
E foi esta a questão colocada por uma série de estudos realizados em cinco países, em três continentes.
A resposta não poderia ser mais surpreendente: Depende!
O estudo mostrou que a capacidade de perder peso - ou a tendência a aumentar de peso - depende se a pessoa acredita que a obesidade é causada pelo excesso de alimentação ou pela falta de exercícios físicos.
"Quanto mais você acredita que a causa é a dieta, mais magro você ficará, em média," garante Brent McFerran, da Universidade de Michigan (EUA).
As pessoas que acreditam que o excesso de peso e a obesidade são causados pela dieta tendem a comer menos.
Por outro lado, aquelas que acreditam que o excesso de peso e a obesidade são causados pela falta de exercícios deveriam exercitar-se mais.
O problema é que essas pessoas tendem a superestimar a quantidade de calorias queimadas durante os exercícios e subestimar a quantidade de comida que ingerem.
Isso não quer dizer que o exercício não ajuda a perder peso, desde que a ingestão de calorias não aumente, afirma Anirban Mukhopadhyay, da Universidade de Ciência e Tecnologia de Hong Kong, coautor do estudo.
"Nossa descoberta é simplesmente que as pessoas que acreditam fortemente na falta de exercícios como causa primária [do excesso de peso], em vez de uma dieta ruim, tendem a ter massas corporais mais elevadas," alerta.
Fonte: Diário da Saúde

23 de janeiro de 2013

É saudável comer peixe durante a gravidez?



Para as mulheres grávidas e seus bebês, os benefícios da ingestão de peixes podem superar os riscos associados com o alimento.
Quando uma mulher grávida ingere peixe, ela expõe seu bebê à neurotoxina metil mercúrio.
Por outro lado, ela ingere compostos que estimulam o desenvolvimento cerebral do feto, essencialmente os ácidos graxos poli-insaturados, mais conhecidos como ômega-3.
A agência norte-americana FDA recomenda que as mulheres grávidas comam não mais do que duas porções de peixe por semana, e evitem a maioria dos peixes grandes, em razão do eventual maior acúmulo de metil mercúrio.
Por outro lado, a Organização Mundial da Saúde e a Organização para Alimentação e Agricultura lançaram recentemente um comunicado conjunto enfatizando os benefícios da ingestão de peixe pelas mulheres grávidas e mães que estão amamentando.
Segundo as duas entidades, a falta do consumo de peixe pode ter um forte impacto negativo no desenvolvimento cerebral do bebê.
Essas mensagens conflitantes deixam as mães sem saber o que fazer.
Para tentar dirimir as dúvidas, cientistas da Universidade de Rochester (EUA) fizeram avaliações nutricionais detalhadas em 225 mulheres grávidas, e depois monitoraram o desenvolvimento da fala e da inteligência de seus filhos durante vários anos.
"Este estudo mostra que não há efeitos adversos da exposição pré-natal ao mercúrio dos peixes em crianças de 5 anos de idade em 10 indicadores de desenvolvimento, quando ajustados para os níveis maternos de ácidos graxos poli-insaturados. De fato, encontramos associações positivas entre esses nutrientes e o desenvolvimento da linguagem infantil," disse o Dr. Phil Davidson, líder do estudo.
O estudo foi feito na República das Seychelles, no Oceano Índico, onde as mulheres consomem em média 10 vezes mais peixes do que as mulheres ocidentais - lá, os peixes têm os mesmos níveis de metil mercúrio do que os vendidos nos supermercados dos EUA.
Quanto maior é o nível dos ácidos graxos ômega-3 nas mães - derivados da ingestão de peixes - melhor é o desenvolvimento da fala de seus filhos.
"Com base em nossos resultados, podemos afirmar que os efeitos benéficos do consumo de peixes durante a gravidez mais do que compensam quaisquer efeitos adversos do metil mercúrio," disse o Dr. Sean Strain, idealizador do estudo.
Fonte: Diário da Saúde

22 de janeiro de 2013

Leite funcional tem o dobro de selênio e vitamina E...



Pesquisadores brasileiros desenvolveram uma nova técnica para produção de leite enriquecido.
O chamado leite funcional é produzido por um processo natural - a composição do leite é alterada por meio da alimentação da vaca para que o alimento favoreça a saúde e o crescimento dos seres humanos.
O produto tem o dobro de selênio e vitamina E, além de uma composição de gordura que leva ao aumento do chamado colesterol bom.
O selênio e a vitamina E são antioxidantes que desaceleram o envelhecimento das células, podendo reduzir as chances de desenvolvimento do câncer.
O estudo, que une avaliação zootécnica com análise da saúde humana em um mesmo experimento, é inédito no País e está sendo feito por pesquisadores da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA) e da USP.
Os pesquisadores inseriram na dieta animal o selênio e a vitamina E, juntamente com óleo de girassol.
O leite produzido foi ofertado a 90 crianças, com idade de sete a 10 anos, da cidade de Casa Branca, em São Paulo, durante três meses. Os testes ainda estão em andamento, mas as crianças que tomaram o leite funcional apresentaram maior concentração das substâncias e do bom colesterol no sangue.
Uma segunda fase dos trabalhos testa agora o produto em 130 idosos da Casa do Vovô e da Amizade, de Ribeirão Preto. O estudo começou em setembro de 2012 e deve ser finalizado no início de dezembro deste ano.
O leite de vaca, um dos principais alimentos na nutrição humana, fornece proteína, lactose, gordura, vitaminas e minerais.
Dentre os minerais, o cálcio é o mais importante, sendo responsável pelo crescimento, desenvolvimento e manutenção dos ossos e dentes.
Contudo, como o leite bovino naturalmente existe para suprir necessidades nutricionais dos bezerros, as pesquisas trabalham para modificá-lo para ficar mais interessante à nutrição humana.
Assim, os pesquisadores introduziram na alimentação das vacas o dobro da quantidade normalmente exigida de selênio e vitamina E.
Os pesquisadores garantem que, além de melhorar a qualidade do leite para o consumo humano, a alimentação enriquecida ajuda também na saúde e nutrição das vacas, com a diminuição da ocorrência da mastite subclínica e o aumento de 30% da produção de leite.
Fonte: Diário da Saúde

21 de janeiro de 2013

Healthy Monday....



SEGUNDA SAUDÁVEL...

Mais uma semana se iniciando e com ela fica no ar a pergunta: você se lembra de alimentar seu cérebro? Isso mesmo, ele passa batido pelas nossas preocupações em relação a alimentação, não é mesmo?

A alimentação, aliada à práticas como controle do estresse, exercício moderado e sono adequado mantém nossa função mental a 1000 e  evitam que seu cérebro fique enferrujado. 

Conheça os principais aliados do cérebro:

- Zinco, Selênio, Ferro e Fósforo: Sais minerais que participam de inúmeras trocas elétricas e mantêm o cérebro acordado e ativo (elétrico). Presente em todas as sementes e grãos, em raízes e nas folhas verde escuro, iogurtes.

- Vitaminas do complexo B: Regulam a transmissão de informações (as sinapses) entre os neurônios, presente nas sementes e nas fibras dos alimentos integrais e proteínas. 

- Colina: Participa da construção da membrana de novas células cerebrais e na reparação daquelas já lesadas. Presente na gema do ovo e em todas as sementes e grãos (predominância na soja), como também em óleos vegetais prensados a frio. 

Lembre-se: Toda segunda-feira é uma nova chance para que um estilo de vida saudável se reinicie. Faça da segunda-feira o dia em que você renova seu compromisso de viver uma vida mais saudável ! 

19 de janeiro de 2013

Cinco dietas da moda, para não serem seguidas...


Com o final das festas de fim de ano e férias, cresce a tentação em sucumbir a dietas radicais para perder peso.
Mas muitas das dietas "da moda", ainda que endossadas e praticadas por celebridades, são pouco recomendadas por especialistas.
A Associação Dietética Britânica (BDA, na sigla em inglês) divulgou nesta quinta-feira sua lista anual das cinco mais "suspeitas" em voga, dietas a serem evitadas.
A dieta do livro 6 Semanas para "Oh Meu Deus"
O título do livro de Venice A, Fulton pode ser traduzido como Seis semanas para que você diga "Oh meu Deus".
O subtítulo promete: "Fique mais magro que todos os seus amigos" - a possibilidade de que todos os seus amigos também comprem o livro aparentemente é descartada.
A dieta sugere exercícios físicos pela manhã bem cedo (depois de uma dose de café), seguidos de um banho frio para estimular o corpo a queimar gordura acumulada. O café da manhã mesmo, com alimentos, só mais tarde, às 10h.
O autor argumenta que "algumas frutas bloqueiam a perda de gordura", rejeita pequenas refeições ao longo do dia e defende as proteínas.
A BDA critica o livro por "selecionar pesquisas em vez de (oferecer) uma visão equilibrada", mas também parte para críticas menos precisas, como sobre a falta de tempo que as pessoas teriam para se dedicar à dieta.
A organização também defende a inclusão de um "café da manhã" saudável e se opõe ao caráter "competitivo" da dieta, alegando que ele estimula o "comportamento extremo".
Dieta da "Alcorexia"
É apontada como uma dieta comumente praticada por modelos e celebridades, por consistir em ingerir pouquíssimas calorias durante o dia para "guardar" espaço para ingerir grandes quantidades de álcool.
A dieta é chamada de "loucura" pela BDA, por não fornecer as quantidades adequadas de calorias, vitaminas e nutrientes necessários para "sobreviver e funcionar".
"Você se sentirá cansado, fraco, sem energia e facilmente irritável", adverte a associação. "Evitar comida para dar lugar ao álcool é absolutamente estúpido e pode facilmente resultar em coma alcoólico ou mesmo em morte."
Dieta intravenosa, ou "Party Girl IV Drip"
Bolsas de soro são usadas em hospitais para alimentar e medicar pacientes em hospitais. Mas esse método é usado em uma dieta em que paga-se caro para receber, de forma intravenosa, uma solução que costuma incluir vitaminas, magnésio e cálcio.
Os efeitos colaterais podem incluir tontura, infecções, inflamação de veias e, em último caso, choque anafilático.
Se é para ingerir nutrientes, a organização sugere que isso ocorra pela via "tradicional": pela ingestão de alimentos e bebidas saudáveis.
Dieta Congênita de Nutrição Enteral (KEN)
Também apontada como uma "dieta de celebridades", a dieta KEN consiste em não comer nada.
"Em vez disso, durante dez dias de um ciclo, uma fórmula líquida é liberada diretamente no estômago, por meio de um tubo de plástico que chega até o nariz do paciente", explica a associação.
A BDA diz, porém, que tubos nasogástricos foram criados para pessoas com doenças crônicas e critica seu uso para emagrecimento.
E ressalta um efeito colateral sério: os seguidores dessa dieta provavelmente terão que tomar laxantes, já que não estarão ingerindo fibras.
Dieta Dukan
Esta dieta é baseada no consumo de proteínas e divide-se em quatro fases - a primeira prometendo "resultados imediatos" e as seguintes reforçando e consolidando a perda de peso.
Segundo a BDA, "ela funciona com a restrição de alimentos, calorias e controle de porções. Cortar grupos alimentares não é aconselhável. A dieta é tão confusa, rígida e consome tanto tempo que, em nossa opinião, é muito difícil de ser sustentada".
A associação agrega que o próprio autor da dieta, Pierre Dukan, "adverte sobre problemas colaterais como falta de energia, constipação e mau hálito".
Crítica da crítica
O trabalho da BDA é importante e vem no sentido de proteger a saúde da população contra modismos e esforços em busca de objetivos inalcançáveis.
Contudo, a instituição também incorre em muitas imprecisões e deixa a desejar quanto à apresentação de argumentos científicos que embasem suas críticas.
Por exemplo, há vários argumentos do tipo "há poucas provas de que isto funcione" - o que é diferente de "há provas de que isto não funciona".
Várias dietas também são criticadas porque "as pessoas não teriam tempo para seguir esse regime".
Uma consideração como essa menospreza a capacidade das pessoas em se dedicar com afinco a uma meta que pode ter grande impacto sobre sua própria saúde: perder o excesso de peso. Caberia a uma instituição preocupada com o bem-estar da população incentivar as pessoas a adotarem práticas saudáveis, por mais difíceis que pareçam ser.
Talvez a BDA fizesse um melhor serviço se invertesse o raciocínio, apresentando dietas que comprovadamente funcionem, com base em testes com grupos representativos da população como um todo, também preocupando-se menos com o que andam fazendo as celebridades.
Fonte: Diário da Saúde

18 de janeiro de 2013

Substância usada no plástico pode favorecer câncer de próstata...



A exposição a uma substância usada para a fabricação de produtos plásticos - como PVC, filmes para a conservação de alimentos ou mesmo alguns tipos de cosméticos - pode favorecer o desenvolvimento de câncer de próstata.
André Rebelo Peixoto, pesquisador da Unesp, estudou a incidência de tumores da próstata em animais de laboratório expostos à substância Di-N-Butil-Ftalato (DBP), que é usada como agente plastificante.
O material pode ser encontrado em produtos plásticos de alta maleabilidade, aerossóis, em alguns produtos cosméticos, como esmaltes.
André analisou os impactos que a substância DBP descartada no meio ambiente e a susceptibilidade dos animais expostos durante o período gestacional desenvolverem doenças prostáticas na idade adulta.
A exposição ao DBP entre o final da gestação e até uma semana após o nascimento (perinatal) aumentou a ocorrência de lesões de diversos níveis na próstata de ratos adultos.
"A degradação dos materiais plásticos é uma problemática mundial e sua dispersão no meio ambiente tem sido constante. Através desse panorama, a substância em questão favoreceu alterações nas células da próstata dos animais expostos", frisou André.
O trabalho teve a orientação do professor Wellerson Scarano e a colaboração de Talita de Mello Santos, além de outros pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Unesp de São José do Rio Preto.
O professor Scarano ressalta que estudos visando a elucidação dos mecanismos de ação desse composto na próstata devem trazer grande contribuição à literatura científica, que é carente neste aspecto.
"É importante salientar que esses estudos foram realizados em ratos e que os resultados obtidos não podem, a princípio, ser extrapolados para outras espécies," alertou ele.
Fonte: Diário da Saúde

17 de janeiro de 2013

Saiba o que é anemia, como tratar e prevenir a doença...



Fiz este post a pedido do blog Nutrição Prática & Saudável da Tetra Pak decidi compartilhá-lo aqui:
No Brasil estima-se que cerca de 4,8 milhões de pré-escolares sejam atingidos pela anemia, doença caracterizada pela diminuição dos glóbulos vermelhos do sangue.
O Nordeste é a região que apresenta os índices mais alarmantes de anemia entre crianças com menos de cinco anos e mulheres em idade fértil. Essa situação está vinculada ao problema de acesso a alimentos e de problemas na variedade da dieta.
Os altos índices de anemia e de doenças causadas pela deficiência de ácido fólico, na população brasileira, levaram o Ministério da Saúde e a Anvisa a tornar obrigatória a fortificação das farinhas de trigo e milho.
Desde julho de 2004, com a publicação da Resolução – RDC nº 344, de 13 de dezembro de 2002, tanto as farinhas de trigo e de milho vendidas diretamente ao consumidor, quanto àquelas utilizadas como matéria-prima pelas indústrias, na fabricação de outros produtos, tem que ser enriquecidas com ferro e ácido fólico.
Para o tratamento e prevenção da anemia, confira as dicas saudáveis da nutricionista Cristiane Spricigo de Lima:
- Consuma alimentos ricos em vitamina C (fruta ou suco) como limão, laranja, caju, acerola, abacaxi, morango, goiaba, mamão, manga junto às principais refeições para aumentar a absorção do ferro.
- Alimentos ricos em ferro: feijão, carne bovina, ovos, aves, peixes, ervilha, lentilha, grão de bico, soja, vegetais folhosos verde escuro (taioba, couve, espinafre, agrião), quiabo, jiló, beterraba, inhame, aveia, açúcar mascavo, melado, rapadura, ameixa preta e uva passa
- Alimentos a serem evitados durante as refeições: chá preto, chá mate, café, refrigerantes do tipo cola
- Não ingerir alimentos fontes de ferro junto com alimentos ricos em cálcio (leite, queijo, iogurte etc), pois competem na absorção
- Ingerir fontes de vitamina C (frutas cítricas) junto com o medicamento (sulfato ferroso) para melhor absorção.

16 de janeiro de 2013

Sugestão de lanche.....



Você se lembra dos lanches entre as refeições? Não se esqueça que seu organismo precisa ser alimentado a cada 3 horas!

Minha sugestão para substituir um lanche da manhã ou tarde é um mix de castanhas + 1 pedaço de fruta desidratada.manga desidratada. 

15 de janeiro de 2013

Dicas nutricionais para evitar a flacidez...



Combater a ação dos radicais livres responsáveis pelo declínio na produção de colágeno (fibras de sustentação da pele), diminuir o acúmulo de gordura e aumentar o tônus muscular são os três grandes pontos quando o assunto é exterminar a flacidez.

Alguns alimentos são grandes aliados, confira:

- Clara de ovo cozida;

- Avelã, amêndoas;

- Azeite de oliva;

- Ameixa, pêra, maçã verde, morangos, maçã;

- Feijão, grão-de-bico, lentilha – ½ xícara por refeição;

- Salmão, sardinha;

- Hortaliças verde-escuras;

- Acrescente às suas receitas temperos e ervas antioxidantes como orégano, salsinha, tomilho, alho, limão e pimenta;

- Beba pelos menos 2 litros de água por dia, pois todas as reações bioquímicas do organismo ocorrem na presença da água. Se estamos desidratados, o metabolismo cai 3% resultando em um aumento de meio quilo em média a cada seis meses;

- Abuse dos alimentos ricos em vitamina C, pois a reação química para formação de colágeno exige esta vitamina, proteínas, água e outros nutrientes.

Faça exercícios físicos regulares que melhoram o tônus muscular e juntamente com uma alimentação equilibrada pobre em gorduras, mandam a flacidez embora.

14 de janeiro de 2013

Healthy Monday...


SEGUNDA SAUDÁVEL.....

Não há nada pior para acabar com uma dieta do que a ansiedade, seja por começar a dieta ou por querer um resultado rapidamente. Realmente a ansiedade acaba com qualquer dieta. Mas existem várias maneiras de amenizar, como praticar atividades físicas, lazer e alimentação adequada.

Um estudo feito pelo departamento de obesidade da Pennington Biomedical Research Center, da Universidade do Estado da Louisiana, nos EUA, revelou que o ovo induz o organismo à saciedade por detonar os excessos de gordura corporal. O ideal é ingerir o ovo logo pela manhã para controla a ansiedade durante o dia. As voluntárias que consumiram um café da manhã composto de dois ovos mexidos, duas fatias tostadas de pão e um copo de suco se sentiram mais saciadas e comeram menos nas 36 horas seguintes.

Lembre-se: Toda segunda-feira é uma nova chance para que um estilo de vida saudável se reinicie. Faça da segunda-feira o dia em que você renova seu compromisso de viver uma vida mais saudável !

12 de janeiro de 2013

10 sugestões para o seu filho amar comidas saudáveis...



Um estudo americano publicado na revista Clinical Pediatrics, depois de avaliar crianças e adolescentes obesos, concluiu que é nos primeiros anos de vida que uma pessoa aprende a comer, pois descobriu que mais da metade já se encontrava nessa situação aos 2 anos de idade. Segundo os pesquisadores, os hábitos alimentares aprendidos nessa primeira fase orientam a criança em seu futuro e são difíceis de serem modificados. Justamente nesse período, os pais têm mais dúvidas à mesa tentando cumprir bem o seu papel. Conheça as principais sugestões dos especialistas para oferecer uma boa educação alimentar ao pequeno.

1. Seja o exemplo
Papai e mamãe são os maiores exemplos, mas isso nem sempre é bom. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, 40% dos adultos brasileiros são obesos, o que prova: a alimentação dos pais não reflete bons hábitos. Não adianta nada o casal acostumado a pedir sanduíche no almoço e comida chinesa no jantar imaginar que ensinarão o filho a comer saudavelmente. Se ele não presenciar a mãe saboreando uma deliciosa salada, não vai fazer o mesmo. Iniciar as modificações desses hábitos ainda durante a gravidez - que também exige uma boa alimentação - dará mais tempo para efetivá-las até que o bebê comece com as papinhas. A mudança, em geral, é difícil, principalmente nas primeiras semanas, mas o investimento vale a pena. Caso a criança vá ficar aos cuidados de outra pessoa, como parentes e berçários, verifique como é a conduta deles também.

2. Aprenda a cozinhar
Segundo a maioria dos especialistas, o fato de as famílias comerem de maneira inadequada tem a ver com a falta de tempo e a disposição para cozinhar. Primeiro passo: distribua tarefas e organize os horários para que alguém consiga ser o cozinheiro. Muitas pessoas descobrirão que preparar um prato saudável requer menos tempo do que se imagina. Pedir ajuda a parentes, amigos e vizinhos gourmet também é uma boa dica. Já existem no mercado livros de culinária destinados aos cozinheiros de primeira viagem, com fotos e textos bem didáticos. Quando aprendem a cozinhar, os pais também ficam mais conscientes sobre as vantagens de uma alimentação saudável. E podem (por que não?) descobrir um prazer nisso.

3. Diversifique a papinha
Uma boa papinha precisa incluir os três grupos alimentares: construtores (carnes de boi, de frango e de peixe, feijão, ervilha, proteínas), energéticos (arroz, macarrão, batata, carboidratos em geral) e reguladores (legumes, verduras, fibras). Diversifique bastante. Oferecer o máximo possível de variedades de alimentos é importante para garantir o fornecimento de todos os nutrientes necessários ao crescimento do bebê. É importante também para ele conhecer e se acostumar com a comida, descobrir suas preferências e tolerâncias. Quando é colocada em contato com muitos tipos de alimento, a tendência da criança é aceitar tudo, incluindo frutas, legumes e verduras. Quanto menos variado for o cardápio, mais seletiva ela será, principalmente na adolescência, o que pode prejudicar seu desenvolvimento e até o futuro controle de peso.

4. Prepare combinações apetitosas
Comida de criança tem de ser gostosa e não apenas uma soma de ingredientes. Crie combinações que um adulto também apreciaria, com bom senso, levando em conta os diferentes sabores e as misturas possíveis - e cabíveis. Não é recomendável utilizar sal, pois os alimentos já contêm sódio suficiente para suprir as necessidades diárias de uma criança - em excesso, ele causa hipertensão e problemas renais. Personalize a receita com temperos in natura, como cebola, alho, salsa, cebolinha e outras ervas, para deixar a papinha mais gostosa. Comida malfeita desestimula o bebê a gostar de comer.

5. Respeite cada fase
Respeitar cada fase até os 2 anos incentiva o apetite infantil. Sem os dentes não tiverem nascido, o bebê consegue apenas ingerir papinhas pastosas, preparadas com alimentos amassados (jamais batidos no liquidificador). Depois disso, a consistência deve caminhar gradualmente para uma sopa pedaçuda. Entre os 8 e 9 meses de idade, já é possível oferecer alimentos macios em pedaços. Carnes podem ser moídas, picadas ou desfiadas. Quando a mastigação não é estimulada, a criança tende a não aceitar saladas, carnes em pedaços, frutas e alimentos que exijam mais, principalmente os que são boas fontes de proteínas e fibras.

6. Ofereça muita água
Acostume seu filho a beber água ou ele poderá crescer sem esse hábito. A água é muito importante na infância para ajudar no bom funcionamento do intestino e diminui o risco de problemas como dores de cabeça e musculares, dificuldade na digestão e sobrecarga nos rins. Não existe uma recomendação médica específica sobre a quantidade, mas ofereça depois das refeições - nunca durante - e entre elas. Faça o mesmo com os sucos. Com o tempo, a própria criança aprenderá a indicar que está com sede.

7. Evite as guloseimas
Evite açúcar, café, enlatados, frituras, refrigerantes, balas, salgadinhos e outras guloseimas sempre, mas, principalmente, nos dois primeiros anos. São alimentos de grande valor calórico e sem nenhum nutriente, além de não acrescentarem nada ao organismo. Muitos contêm aditivos químicos. Um bebê criado saudavelmente vai entender que a sobremesa é fruta, e não doce. Mesmo que mais para a frente tenha contato com as guloseimas, a criança terá outra relação com elas.

8. Deixe a criança comer o quanto quiser
Até os 2 anos, ela tem a capacidade de saber exatamente quando está saciada e obedece a essa ordem do organismo. Se os pais insistem para que ela se alimente mais, acabará fazendo isso para agradá-los e corre o risco de perder tal habilidade. Não saberá mais distinguir quando a fome acabou. Com o tempo, seu estômago pode dilatar, aumentando o risco de se tornar uma pessoa obesa.

9. Observe o quanto seu filho come
Cuidado com o quanto oferece de comida. Uma grande quantidade pode assustar a criança e até desestimular seu apetite. A tendência do adulto é fazer o prato semelhante ao seu, esquecendo que o estômago infantil é menor - a capacidade gástrica de um bebê de 1 ano, por exemplo, é de 250 ml, enquanto a de um adulto é de 1,3 mil ml. Para não exagerar, observe durante algumas semanas o quanto seu filho come. Em alguns dias, ele come mais e, em outros, menos, mas você notará que existe uma quantidade-padrão que pode servir como referência.

10. Mantenha os mesmos horários de refeição
Isso ajuda na organização do metabolismo da criança, que conseguirá entender melhor as sensações de fome e saciedade. A atitude também vai ajudar na rotina de casa: fica mais fácil saber a hora de ir para a cozinha preparar o almoço ou a antecedência necessária para fazer compras. Sem falar que os pais também conseguem administrar melhor o tempo e estar presentes na mesa com o filho - ou procurar que alguém adequado esteja.

Fonte: Bebe.com.br

11 de janeiro de 2013

Cansado e sem pique?


Você pode estar com deficiência de magnésio que é importante no aproveitamento da energia pelo organismo. Ele está presente na semente de abóbora que também é uma boa fonte de potássio que afasta a fadiga. 

Encontramos o magnésio nas oleaginosas que também são fontes de cobre, usado para formação de moléculas de ATP e no transporte de ferro no sangue. Ou seja, na sua deficiência ficamos apáticos.

10 de janeiro de 2013

Mau humor? Pode estar faltando complexo B...


O ácido fólico interage com a serotonina e com a noradrenalina, o que te deixa mais feliz. 
Fontes de ácido fólico: brócolis, cogumelos, tomate, rúcula. 

A vitamina B6 é essencial para o aproveitamento dos carboidratos e na condução dos impulsos nervosos. Fontes de B6: milho e banana. 

A vitamina B12 está relacionada com a depressão e sua reposição pode reverter este quadro. 
Fontes de B12: carnes, leite, levedo de cerveja, tempeh, tofú.

A vitamina B1, também conhecida por tiamina, é essencial na síntese de neurotransmissores relacionados ao bem-estar, além de participar da conversão de glicose em energia. Quando ela está em falta soba nervosismo. 
Fontes de B1: carne de porco, pistache, cajú.