30 de novembro de 2013

Isso bem pra quê?

Semente de abóbora...

Como lanchinho ao longo do dia, principalmente se o seu rosto parece seco e áspero. Elas ajudam a reter água na pele, que fica macia e hidratada.
 
Essa comida de passarinho também previne as linhas de expressão e suaviza aquelas que você já tem.
 
Recomendação: 2 colheres (sopa) batidas em sucos e vitaminas ou salpicadas nos alimentos.
 

29 de novembro de 2013

Mulheres que seguem a dieta do Mediterrâneo envelhecem melhor...

 
Seguir a dieta do Mediterrâneo pode ser a chave para uma velhice mais saudável, de acordo com um estudo publicado nesta segunda-feira no periódico Annals of Internal Medicine. Os pesquisadores afirmam que mulheres de meia-idade que adicionam a seus cardápios alimentos presentes na dieta, como vegetais, grãos e peixes, têm chances 40% maiores de passar dos 70 anos sem doenças crônicas ou comprometimento das funções mentais, como a memória.

O estudo foi realizado com mais de 10 000 mulheres de aproximadamente 50 anos de idade. As voluntárias preencheram um questionário sobre seus hábitos alimentares e, quinze anos depois, responderam outras perguntas sobre seu estado de saúde. Segundo os pesquisadores, as adeptas da dieta do Mediterrâneo apresentaram uma vida mais saudável do que as demais. Leia também: Dieta do Mediterrâneo é a melhor opção para emagrecer e manter o peso Pesquisa confirma que dieta do Mediterrâneo protege o coração

A dieta do Mediterrâneo é baseada nos alimentos característicos de alguns dos países banhados pelo mar Mediterrâneo. Ela inclui muitas frutas, legumes, peixes, grãos integrais e gordura saudável, como o azeite. Por ser menos restritiva do que outros regimes, é considerada mais fácil de ser seguida a longo prazo, o que potencializa seus efeitos.

Outros estudos já destacaram os benefícios dessa dieta à saúde de idosos. Uma pesquisa divulgada em maio deste ano mostrou que o regime é eficaz para proteger o cérebro dos mais velhos. Outra, publicada em abril, provou a relação entre a dieta e uma menor prevalência de problemas de memória entre seus adeptos. Essa é a primeira vez, porém, em que se analisam os efeitos da dieta do Mediterrâneo especificamente na saúde de mulheres idosas, com um grande número de voluntárias.

Fonte: Veja

27 de novembro de 2013

Comece 2014 com mais saúde...





Vai chegando esta época do ano, começam as preocupações com as festa de final de ano, as férias, praia, verão! Pois é, para àqueles que não estão no seu projeto Verão 2014 desde o começo do ano, ainda é possível dar o primeiro passo para começar o ano novo com com mais saúde.
 
Conte com nossos Programas Exclusivos de Emagrecimento e Ganho de Massa Muscular para chegar no verão com hábitos alimentares mais saudáveis e com mudanças expressivas em seu organismo.
Como todos os anos, iniciamos estas chamadas semanalmente para lembrar que no final do ano entramos em recesso logo após o Natal e retomamos nossas atividades 20 de janeiro, mas neste período continuaremos os agendamentos, apenas não haverá atendimento neste período. Por isso, caso queira iniciar seu Programa de Reeducação Alimentar/Emagrecimento ou de Ganho de Massa Muscular logo após as festas de final, agende sua consulta até dia 23/12/2013 para garantir seu Plano Alimentar e iniciar o ano novo com o pé direito.

26 de novembro de 2013

Alimentos que aliviam os sintomas da TPM...

 
Tensão pré-menstrual, mais conhecida como TPM, é o nome dado a um conjunto de alterações físicas e emocionais que ocorrem nos dias que antecedem a menstruação. Os sintomas são, em geral, irritabilidade, nervosismo, instabilidade emocional e até depressão. Mas é comum também dor de cabeça, sonolência, voracidade por doces, cansaço, dificuldade de concentração e edema e mastalgia (dores nos seios). Os sintomas, no entanto, melhoram ou desaparecem rapidamente tão logo se inicia a menstruação.
Alguns alimentos e nutrientes ajudam muito nessa fase:
Cálcio: O mineral tem a capacidade de aliviar os desconfortos e dores da fase de TPM. Diminui a cólica (contração muscular), o inchaço (retenção hídrica), os desejos alimentares, os sentimentos negativos e a variação do humor.
Fontes: Iogurte, leite, queijos, leguminosas (feijão, ervilha, grão de bico, lentilha), frutas oleaginosas (nozes), grãos integrais, salmão, sardinha, sementes, verduras verde-escuras (couve, brócolis)
Vitamina B6: Relacionada com a melhora dos sintomas da TPM, em especial depressão. A vitamina B6 está relacionada com a produção de serotonina, o hormônio do bem estar.
Fontes: Banana, salmão, peixes, frango, grãos integrais, germe de trigo, arroz integral, frutas oleaginosas (nozes).
Triptofano: Aminoácido relacionado com a produção de serotonina, o hormônio do bem-estar.
Fontes: Leite, banana, abacaxi, feijões, nozes.
Magnésio: Melhora os sintomas de cólica, dor de cabeça e ajuda no controle da compulsão de doces.
Fontes: Semente de abóbora, frutas oleaginosas (nozes), semente de girassol, grãos integrais, feijão, abacate, cacau, salmão, vegetais verde-escuros.
Vitamina C: Fundamental para o combate do cansaço, indisposição e fadiga.
Fontes: Frutas cítricas (laranja, mexerica, limão), tomate, goiaba, acerola, melão.
Vitamina E: Ajuda a controlar a irritabilidade, ansiedade e depressão.
Fontes: Azeite de oliva, óleo de canola, abacate, frutas oleaginosas (nozes), sementes (girassol, gergelim), milho, gema de ovo.
Ácido Graxo Ômega 3: Nutriente antioxidante que ajuda a combater as dores. Melhora o humor e a depressão.
Fontes: Sardinha, atum, salmão, semente de linhaça, algas.
Algumas orientações que aliviam os sintomas:
1) Aumentar a ingestão de fibras: cereais integrais, frutas e hortaliças.
2) Reduzir a ingestão de gordura saturada: carnes gordas, laticínios integrais, frios e embutidos.
3) Reduzir a ingestão de carboidratos simples (mel, açúcares, doces em geral, pães refinados).
4) Priorizar carboidratos complexos, como os cereais, massas e pães integrais.
5) Diminuir o consumo de sal, molhos e temperos prontos, enlatados, conservas, glutamato monossódico. O sódio contido favorece o acúmulo de líquidos no organismo (inchaço, edema).
6) Reduzir o consumo de café, refrigerantes à base de cola, chá preto e mate. Essas bebidas contêm metilxantinas (cafeína, teobromina e teofilina) que são muito excitantes e estimulantes, o que poderá aumentar o quadro de irritabilidade, instabilidade emocional e nervosismo.
7) Reduzir o consumo de bebidas alcoólicas. O álcool pode desencadear cefaleia (dor de cabeça) e fadiga, além de favorecer a perda de nutrientes devido à ação diurética.
8) Priorizar a hidratação, aumentando a ingestão de líquidos, objetivando a boa hidratação e a eliminação de toxinas.
9) Acrescentar canela e cacau em pó nas frutas, ajuda a reduzir a voracidade por doces e carboidratos. A banana ainda é fonte de vitamina B6 e triptofano.
10) Priorizar atividade física. O exercício pode ajudar a reduzir as cólicas menstruais e melhora o humor.
Os alimentos acima podem ajudar no alívio da TPM. Recomenda-se buscar a opinião de um nutricionista e – ou – de um médico caso os sintomas sejam mais acentuados.
Fonte: Veja

23 de novembro de 2013

Muito açúcar no sangue pode levar a problemas de memória...

 
Um novo estudo alemão concluiu que taxas elevadas de açúcar no sangue estão associadas a um maior risco de problemas de memória. De acordo com a pesquisa, essa chance existe mesmo quando os níveis de açúcar estão abaixo do que é considerado como um quadro de diabetes ou pré-diabetes. Os resultados foram publicados nesta semana na revista Neurology.

A taxa de açúcar na corrente sanguínea de uma pessoa corresponde à quantidade de glicose por mililitro de sangue. Para controlar os níveis de glicose no organismo, o corpo conta com a ajuda da insulina, hormônio que tira o açúcar da corrente sanguínea e o leva para dentro das células. A ação da insulina é insuficiente em diabéticos, que precisam de medicações para que possam controlar a taxa de glicose no sangue.

A nova pesquisa, feita na Charité–University Medicine, em Berlim, avaliou 141 pessoas de 50 a 80 anos que não tinham diabetes e nem problemas de memória. Elas foram submetidas a exames de sangue e de imagem do cérebro depois de passarem 10 horas sem comer. Os participantes também realizaram um teste de memória. Nele, ouviram 15 palavras e, depois, precisaram repeti-las várias vezes.

Os cientistas observaram que as pessoas que apresentaram os maiores níveis de açúcar no sangue em jejum, no geral, se saíram pior no teste de memória do que aquelas que tinham as menores taxas de açúcar. Isso ocorreu mesmo quando os participantes apresentavam níveis de açúcar no sangue acima do normal, mas abaixo do que é considerado como um quadro de diabetes tipo 2.
 
Fonte: Veja

22 de novembro de 2013

A onda do suco rosa: conheça o novo sucesso fit da Europa...

 
Se no Brasil o suco verde está em alta, na Europa a estrela é o rosa. Sucesso no Instagram das garotas saudáveis de lá, ele é feito com beterraba - raiz que ganhou força depois da publicação de um estudo do professor Andy Jones, no Journal of Applied Physiology, sugerindo que ele melhora em até 10% a performance física, além de ajudar na recuperação dos músculos.
 
"São efeitos relacionados ao fato de a beterraba ser uma fonte de nutrientes precursores do óxido nítrico, substância que reduz a pressão arterial e reforça a resistência do organismo", explica Felipe Donatto, nutricionista esportivo e doutor em biologia celular pelo Instituto de Ciências Biomédicas, da Universidade de São Paulo.
 
Apesar de docinha, ela não engorda: uma unidade grande (100 gramas) tem 43 calorias. Prefira consumi-la crua. "O calor do cozimento quebra as fibras e aumenta a concentração do açúcar natural." Interessada no suco? Segue a receita:
 
Ingredientes:

- 1 beterraba pequena e lavada
- 1 pote de iogurte natural desnatado
- 1 copo (100 ml) de água gelada
- Suco de 1 laranja puro sem sementes

Modo de Preparo:

Bata todos os ingredientes no liquidificador, coe e beba com gelo assim que preparado. A bebida rende até um copo e possui apenas 70 calorias.
 
Fonte: Boa Forma

21 de novembro de 2013

Quer começar 2014 com saúde? Antecipe sua consulta...

Vai chegando esta época do ano, começam as preocupações com as festa de final de ano, as férias, praia, verão! Pois é, para àqueles que não estão no seu projeto Verão 2014 desde o começo do ano, ainda é possível modificar muita coisa, seja nos hábitso alimentares, seja no seu corpo.
Conte com nossos Programas Exclusivos de Emagrecimento e Ganho de Massa Muscular para chegar no verão com hábitos alimentares mais saudáveis e com mudanças expressivas em seu organismo.
Como todos os anos, iniciamos estas chamadas semanalmente para lembrar que no final do ano entramos em recesso logo após o Natal e retomamos nossas atividades 20 de janeiro, mas neste período continuaremos os agendamentos, apenas não haverá atendimento neste período. Por isso, caso queira iniciar seu Programa de Reeducação Alimentar/Emagrecimento ou de Ganho de Massa Muscular logo após as festas de final, agende sua consulta até dia 23/12/2013 para garantir seu Plano Alimentar e iniciar o ano novo com o pé direito.

20 de novembro de 2013

Seis alimentos com gordura trans que devem ser evitados...



A gordura trans é bastante usada em alimentos processados para aumentar a vida útil dos produtos.

No entanto, nutricionistas dizem que esse tipo de lipídio é prejudicial à saúde, aumentando o risco de doenças cardíacas.

Embora o assunto circule na imprensa há décadas, só agora a Agência de Medicamentos e Alimentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês) assumiu oficialmente que as gorduras trans não são consideradas seguras para o consumo humano.

Isso abre o caminho para as autoridades proporem a proibição do uso deste tipo de substância nos alimentos produzidos naquele país.

Caso os planos da FDA avancem, a indústria alimentícia precisará readaptar processos de fabricação.

Confira abaixo a lista dos alimentos que precisarão passar por mudanças no seu processo de fabricação:

1. Biscoitos salgados, doces e outros alimentos assados

Esses produtos geralmente contêm gorduras trans em estado sólido, para deixá-los menos oleosos.

"As gorduras 'boas' já desempenham esse mesmo papel. Só que são mais caras para a indústria dos alimentos. Mas elas trazem menos riscos para a saúde e são mais saudáveis", diz o químico de alimentos Fidel Belmares.

2. Pipoca de micro-ondas

As gorduras trans sólidas são usadas nas pipocas de micro-ondas para conservar o produto por mais tempo. A alternativa, segundo especialistas, seria usar azeite líquido no lugar.

"Ela é mais líquida, mas menos manipulada e mais natural. O azeite de oliva não possui gordura trans", diz o médico Jorge Loredo.

3. Pizzas e salgados congelados

Alguns produtos congelados - pizzas, risolis, coxinhas - contêm gorduras trans para prolongar sua duração.

Os especialistas sugerem que as pessoas comprem produtos frescos e os congelem em casa.

Alguns produtos congelados sem gordura trans já são vendidos no mercado hoje.

"Há empresas que vendem batatas fritas ou outros tipos de lanches congelados e anunciam na sua embalagem que nenhum tipo de trans foi usado na fabricação do alimento", diz Loredo.

4. Manteiga vegetal e margarina em barra

Loredo sugere que se use manteiga em vez de margarina, porque a origem animal do produto é mais bem assimilada pelo metabolismo do corpo.

Melhor ainda seria, segundo ele, o uso de gorduras líquidas - como azeite de oliva - em vez de gorduras sólidas - como manteiga ou margarina.

5. Creme para café

Também existem versões deste produto sem gordura trans.

Ainda assim, há substitutos que são ainda mais saudáveis, como leite natural ou leite de soja.

6. Glacê pronto para uso

Os glacês prontos para uso em doces fazem com que as guloseimas fiquem mais sólidas e estáveis por mais tempo em temperatura ambiente.

Apesar de inúmeros esforços da indústria alimentícia na busca por substitutos, os especialistas asseguram que é melhor fazer o glacê desde o começo - utilizando açúcar, manteiga, leite e baunilha natural.

Fonte: Diário da Saúde

19 de novembro de 2013

Para diminuir as rugas, aposte no chá verde....

Campeão de estudos em todos os continentes, ele não deixa sua pele virar geléia porque é rico em polifenóis que protegem contra a perda do colágeno.

16 de novembro de 2013

Conheça os diversos tipos de gordura presentes nos alimentos....

 
São vários os tipos de gordura presentes nos alimentos, natural ou artificialmente, entre elas as gorduras saturadas, insaturadas e as gorduras trans.
Contudo, nem toda gordura é ruim. Uma pequena porção na dieta pode ajudar o organismo a absorver determinados nutrientes.
E gordura pode ser também uma fonte de energia, proporcionando ácidos graxos essenciais e algumas vitaminas, como as vitaminas A e D.
Então, qual é a diferença entre a gordura boa e a ruim? E quais devemos consumir em maior ou menor quantidade?
Gordura saturada
De acordo com o NHS Choices, o site do serviço nacional de saúde da Grã-Bretanha que dá conselhos de como ter uma vida saudável, diminuir o consumo de comidas que são ricas em gordura saturada é importante como parte de uma boa dieta.
Chocolates estão entre os produtos ricos em gordura saturada
Tais alimentos incluem manteiga, banha de porco, chocolate, bolos, massas folhadas, e produtos feitos com carne, como salsichas e tortas salgadas.
A maioria das pessoas consome gordura saturada em grande quantidade: cerca de 20% mais que o máximo recomendado, segundo estudos feitos pela British Dietetic Association.
A recomendação atual do Departamento de Saúde da Grã-Bretanha diz que em média os homens não devem comer mais que 30g de gordura saturada por dia, enquanto as mulheres não devem comer mais que 20g.
Uma dieta rica em gordura saturada pode aumentar os níveis de lipoproteína de baixa densidade, ou "colesterol ruim", no sangue ao longo do tempo, aumentando o risco de doenças cardiovasculares.
Mas esse risco foi recentemente contestado.
Em um artigo no British Medical Journal, o cardiologista Aseem Malhotra diz que gordura saturada tem sido "demonizada por décadas", e evidências científicas não comprovaram sua relação com doenças cardíacas.
Ele diz que a indústria alimentícia compensou a diminuição dos níveis de gordura saturada com o aumento da quantidade de açúcar.
Gordura insaturada
Uma dieta composta por gorduras insaturadas pode ajudar a diminuir os níveis do colesterol ruim no sangue e aumentar os níveis de lipoproteína de alta densidade, também conhecido como bom colesterol.
Gorduras saturadas podem ser substituídas em uma dieta balanceada com gorduras mais saudáveis, como as monoinsaturadas e as poli-insaturadas, que são encontradas em muitos alimentos, que incluem:
  • peixes como salmão, sardinha e cavalinha
  • sementes e nozes
  • óleos de girassol e oliva
  • frutas, legumes e verduras, incluindo o abacate.
    Estes peixes têm uma boa quantidade de gordura poli-insaturada ômega-3, e são a fonte mais rica desse tipo específico de gordura.
    O ômega-3 ajuda a diminuir os níveis de diacilglicerol no sangue, a prevenir a coagulação do sangue, e a manter um ritmo cardíaco regular.
    A British Heart Foundation, diz que devemos comer duas porções de peixe por semana, e uma delas deve ser rica em ômega-3.
    A fundação também recomenda o consumo de uma pequena quantidade de gordura monoinsaturada, encontrado no óleo de oliva, no abacate e nas nozes, para ajudar a manter os níveis de colesterol saudáveis.
    Gorduras trans
    O terceiro tipo de gordura também encontrada na dieta é a trans.
    Gorduras trans naturais são encontradas em níveis baixos em alguns alimentos, como carne e produtos derivados do leite.
    As gorduras trans artificiais são feitas a partir de um processo de hidrogenação do óleo, e são conhecidas como gordura hidrogenada.
    Esse tipo de gordura pode ser usado para fazer frituras.
    Gorduras trans artificiais também podem ser encontradas em comidas processadas, como biscoitos e bolos, e são as vezes usadas para prolongar a vida dos produtos nas prateleiras.
    Uma dieta rica em gorduras trans pode também levar a altos níveis de colesterol ruim no sangue.
    Porém, o NHS Choice diz que reduzir a quantidade de gordura saturada é mais importante do que reduzir a quantidade de gordura trans.
    Fonte: Diário da Saúde
 

15 de novembro de 2013

Oito motivos que impedem você de emagrecer...

 
Quando o assunto é perda de peso, os extremos nunca são bem-vindos. Comer demais ou de menos, assim como ser sedentário ou viciado em malhação podem atrapalhar o emagrecimento. O importante é corrigir os erros, encontrar o meio termo e aceitar que uma perda de peso saudável acontece aos poucos. Conheça oito erros que podem estar impedindo que você emagreça:

Faz dietas rigorosas demais

Regimes restritivos estão fadados a terminar um dia. Dietas que restringem nutrientes essenciais, como carboidratos, proteínas ou gorduras, além de difíceis de serem mantidas e não funcionarem a longo prazo, são prejudiciais à saúde, já que as refeições deixam de ser balanceadas. Por esse motivo, a maioria dos médicos prefere recomendar regimes em que a pessoa coma de tudo um pouco.

Pula refeições

Médicos advertem: pular refeições não emagrece, causa desnutrição e atrapalha a dieta. Uma pessoa que deixar de fazer alguma refeição chegará ao fim do dia com fome, ansiedade e stress acumulados. Assim, estará mais propensa a comer em maior quantidade e mais rápido à noite, período em que o organismo está programado para armazenar, e não gastar, energia. Estudos já mostraram também que pular o café da manhã faz mal ao coração. Segundo especialistas, mesmo aqueles que estão em busca do peso ideal devem comer de três a cinco vezes ao dia.

Traça metas impossíveis de serem alcançadas

Perder muitos quilos em pouco tempo é uma meta difícil de alcançar e, mais ainda, de manter no longo prazo. Consequentemente, pessoas que tentam atingir esse objetivo podem se decepcionar e desistir de estabelecer outras metas mais saudáveis e realistas. O endocrinologista Alfredo Halpern considera ideal eliminar de meio a 1 quilo por semana – não mais do que isso.

É obcecado pela balança

Subir na balança com frequência pode causar ansiedade e desânimo em quem quer emagrecer. A perda de peso saudável é progressiva e lenta, não se dá de uma hora para outra. Ademais, uma pessoa que está seguindo uma dieta e praticando exercícios físicos pode emagrecer sem diminuir o peso – o que acontece quando a gordura dá lugar à massa magra.

Exagera na atividade física

Quem sempre foi sedentário ou está fora de forma deve começar a praticar atividade física aos poucos. Caminhadas regulares são a modalidade mais indicada para iniciantes. Esportes que exijam muito do corpo podem causar lesões e interromper precocemente um processo que deveria ser progressivo. Além disso, exagerar nos exercícios é perigoso para obesos, que muitas vezes apresentam problemas cardiovasculares.

Dorme mal

Não faltam estudos que comprovam a relação entre noites mal dormidas e excesso de peso. Uma pesquisa apresentada em 2012 na Suíça, por exemplo, mostrou que dormir pouco faz o indivíduo consumir mais calorias e reduz a capacidade do corpo de queimá-las. Um outro estudo, apresentado em junho deste ano nos Estados Unidos, concluiu que a restrição do sono interfere na atividade cerebral de tal forma que os alimentos gordurosos e calóricos parecem mais apetitosas a pessoas que dormiram mal do que àquelas que tiveram uma boa noite de sono.

Não tem ajuda profissional

Médicos, nutricionistas e educadores físicos são os profissionais adequados para orientar os pacientes sobre reeducação alimentar e prática de exercícios. Quem dispensa os profissionais corre o risco de seguir uma dieta que não funciona, prejudicar a saúde e ainda sofrer contusões decorrentes de exercícios impróprios.

"Relaxa" depois de emagrecer
 
Pessoas com tendência a engordar não perderão essa característica depois de emagrecer. A alimentação saudável e a prática de atividade física deverão ser seguidas pelo resto da vida, independentemente do peso. Segundo o endocrinologista Alfredo Halpern, as pessoas não devem se acostumar a ganhar nem 1 ou 2 quilos, mesmo depois de ter emagrecido 20.
 
Fonte: Veja

13 de novembro de 2013

Projeto Verão Saudável...



Vai chegando esta época do ano, começam as preocupações com as festa de final de ano, as férias, praia, verão! Pois é, para àqueles que não estão no seu projeto Verão 2014 desde o começo do ano, ainda é possível modificar muita coisa, seja nos hábitso alimentares, seja no seu corpo.
Conte com nossos Programas Exclusivos de Emagrecimento e Ganho de Massa Muscular para chegar no verão com hábitos alimentares mais saudáveis e com mudanças expressivas em seu organismo.
Como todos os anos, iniciamos estas chamadas semanalmente para lembrar que no final do ano entramos em recesso logo após o Natal e retomamos nossas atividades 20 de janeiro, mas neste período continuaremos os agendamentos, apenas não haverá atendimento neste período. Por isso, caso queira iniciar seu Programa de Reeducação Alimentar/Emagrecimento ou de Ganho de Massa Muscular logo após as festas de final, agende sua consulta até dia 23/12/2013 para garantir seu Plano Alimentar e iniciar o ano novo com o pé direito.

12 de novembro de 2013

EUA podem banir gorduras trans por riscos à saúde...

 
A FDA (agência que regula alimentos e remédios nos EUA) sugeriu ontem uma nova regra que pode eliminar as gorduras trans adicionadas a alimentos naquele país.
 
A proposta, que ficará em consulta pública por 60 dias, afirma que os óleos parcialmente hidrogenados que dão origem às trans não sejam mais reconhecidos como seguros. As empresas teriam que provar a segurança da substância --o que seria difícil, já que isso contraria as conclusões de estudos publicados nas últimas décadas.
 
Margaret Hamburg, da FDA, diz que a medida pode evitar 20 mil infartos e 7.000 mortes por ano nos EUA, onde o consumo de gorduras trans já tem caído. Cadeias de fast food já pararam de usá-las em frituras, por exemplo.
 
No Brasil, as trans não são proibidas, mas a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) recomenda que a ingestão máxima seja de 2 gramas por dia.
 
A agência também controla o uso de alegações "zero trans" nas embalagens de produtos. Hoje, alimentos que declaram ser livres de gordura trans podem ter no máximo 0,2 g por porção.
 
Mas, a partir de 2014, o produto deve ter no máximo 0,1 g de gordura trans por porção para ser considerado "livre".
 
Desde 2008, acordos fechados entre o Ministério da Saúde e a Abia (Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação) levaram a uma redução dos teores de gorduras trans na comida pronta.
 
De acordo com a meta, as trans poderiam responder por 5% do total de gorduras em alimentos industrializados ou a 2% em óleos e margarinas. Segundo a Abia, 95% das empresas associadas cumpriram essa diretriz.
 
"Se essa proibição dos EUA valesse no Brasil, o impacto seria pequeno. Mas qualquer medida extrema não é muito boa", afirma Edmundo Klotz, presidente da Abia.
 
RISCOS
 
As gorduras trans começaram a ser usadas nos anos 50, em substituição à gordura de origem animal e para aumentar a durabilidade dos produtos. O problema é que não bastava trocar a banha pelos óleos vegetais, que são líquidos à temperatura ambiente e não dão a mesma crocância e aparência aos alimentos como a gordura animal.
 
Foram criados processos de hidrogenação dos óleos que os tornam sólidos em temperatura ambiente. Como explica a nutricionista Ana Maria Lottenberg, do laboratório de lípides da Faculdade de Medicina da USP, a hidrogenação parcial dos óleos vegetais dá origem às trans.
 
De acordo com cardiologista Raul Santos Filho, professor da Faculdade de Medicina da USP, as gorduras trans têm um efeito nocivo sobre os níveis de colesterol: aumentam o LDL (que contribui com a aterosclerose) e reduzem os níveis do HDL, que "limpa" o colesterol dos vasos e o leva para o fígado.
 
O cardiologista Daniel Magnoni, diretor de nutrição do Instituto Dante Pazzanese, diz que a gordura trans impede a degradação do LDL no fígado. "O impacto maior é nos jovens, que consomem muita comida pronta. Podemos ver aumento das doenças cardíacas no futuro."
 
Outro problema, segundo Santos, é o que está no lugar da gordura trans: óleo de palma e gordura interesterificada --originada de outro processo industrial que modifica a estrutura de óleos vegetais para torná-los sólidos.
 
Lottenberg diz que, até agora, é difícil saber qual será o impacto na saúde do uso desse tipo de gordura, produzida a partir de óleo de palma, na maioria dos casos. "Estamos fazendo um trabalho grande sobre isso na Faculdade de Medicina"
 
Ela lembra que, apesar dos acordos feitos pela indústria, ainda é comum achar produtos com trans no mercado, em especial biscoitos. "E não é porque algo é livre de trans que é saudável. O alimento pode ser muito calórico e ter muita gordura saturada."
 
Fonte: Folha de São Paulo

11 de novembro de 2013

Transforme-se: 11 Hábitos em 11 Semanas - O Guia Prático para seu Bem-Estar e Uma Vida Plena...


No seu novo livro "Transforme-se: 11 hábitos em 11 semanas" o Dr. Ícaro Alves Alcântara cita meu blog como fonte de informações extras para os hábitos de vida. Uma honra poder servir de fonte de informações para melhorar a saúde a qualidade de vida de mais pessoas.

O livro está disponível na Amazon.com.br para kindle que pode ser baixado em IOS ou Android.

9 de novembro de 2013

Governo anuncia redução de sal em laticínios, embutidos e sopas prontas..

 
O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (05) a assinatura de acordos com a indústria alimentícia para a redução de sódio em produtos laticínios (requeijão e queijo mozzarela), embutidos (linguiças, salsichas, hambúrgueres, mortadelas, presuntos e empanados) e sopas prontas. De acordo com o ministro da saúde, Alexandre Padilha, o índice de redução do teor de sal nesses produtos deve chegar a 68% em um período de quatro anos.
Essa é a quarta e última rodada de negociações entre o governo e a indústria para a redução de sódio em alimentos. Em 2011, produtos como massas instantâneas, pães, misturas para bolos, salgadinhos de milho, batata frita, biscoitos e maionese foram alvo da campanha contra o excesso de sal. No ano passado, o acordo incluiu temperos, caldos, cereais matinais e margarinas vegetais.
"Não é simples pensar em uma estratégia para 200 milhões de pessoas sem pensar em uma parceria de forte estímulo com a indústria. Qualquer medida que afaste a indústria e não estimule a inovação de novas formas de conservação de alimentos pode ter um resultado não positivo para a saúde”, disse Padilha, elogiando a disposição das empresas ao entrar em acordo com o governo.
A intenção do governo é minimizar o crescimento de doenças crônicas não transmissíveis no País, principalmente da hipertensão. Segundo o ministério, 24,3% da população brasileira informou ter hipertensão arterial na pesquisa Vigitel 2012. Para minimizar esse quadro, o acordo tem a pretensão de eliminar 28 mil toneladas de sódio até 2020.
Ainda de acordo com a pasta, a recomendação de consumo máximo diário de sal pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é menos de cinco gramas por pessoa. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o consumo do brasileiro está em 12 gramas diários.
"Reduzir a quantidade de sal consumida diariamente para 5 g poderia reduzir em 15% o número de AVCs (derrames) e em 10% o número de infartos, além de livrar 1,5 milhão de pessoas de medicação e dar quatro anos a mais de expectativa de vida aos hipertensos”, explicou Deborah Malta, diretora do Departamento de Análise de Situação em Saúde do ministério.
O ministro também vai apresentar hoje dados inéditos da pesquisa Vigitel 2012 - Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico - sobre a hipertensão arterial no país.
Fonte: Agência Brasil

8 de novembro de 2013

Projeto Verão....

 

Vai chegando esta época do ano, começam as preocupações com as festa de final de ano, as férias, praia, verão! Pois é, para àqueles que não estão no seu projeto Verão 2014 desde o começo do ano, ainda é possível modificar muita coisa, seja nos hábitso alimentares, seja no seu corpo.

Conte com nossos Programas Exclusivos de Emagrecimento e Ganho de Massa Muscular para chegar no verão com hábitos alimentares mais saudáveis e com mudanças expressivas em seu organismo.

Como todos os anos, iniciamos estas chamadas semanalmente para lembrar que no final do ano entramos em recesso logo após o Natal e retomamos nossas atividades 20 de janeiro, mas neste período continuaremos os agendamentos, apenas não haverá atendimento neste período. Por isso, caso queira iniciar seu Programa de Reeducação Alimentar/Emagrecimento ou de Ganho de Massa Muscular logo após as festas de final, agende sua consulta até dia 23/12/2013 para garantir seu Plano Alimentar e iniciar o ano novo com o pé direito.
 

7 de novembro de 2013

EUA alerta sobre uso de OxyElite Pro e casos de hepatite aguda...


Os Estados Unidos divulgaram um alerta sobre a ocorrência de 56 casos de hepatite aguda que podem estar relacionados ao consumo do OxyElite. De acordo com o FDA, órgão norte-americano de alimentos e medicamentos, até esta quinta-feira (31/10) já havia sido registrado naquele país, 22 hospitalizações, duas indicações de transplante de fígado e uma morte.
O alerta diz ainda que os produtos Oxyelite e Versa – 1 foram adulterados pela empresa produtora devido ao uso de uma substância não autorizada e conhecida como Aegeline.
No Brasil, o produto já havia sido proibido, pois utiliza substâncias não autorizadas para suplementos alimentares no país. Entre as substâncias está o DMAA, que tem efeitos estimulantes sobre o sistema nervoso central, pode causar dependência, além de outros efeitos adversos, como insuficiência renal, falência do fígado e alterações cardíacas, podendo levar a morte. No país, o comércio de suplementos alimentares com DMAA é proibido.
Apesar disso, o produto ainda é encontrado em sites de venda, trazendo riscos para seus usuários. O consumo do Oxyelite Pro e do Versa – 1 deve ser interrompido.
Fonte: Anvisa

6 de novembro de 2013

Conheça os nutrientes mais deficientes na dieta dos brasileiros...


Vitamina D

De acordo com o The Brazilian Osteoporosis Study (BRAZOS) a vitamina D não é consumida adequadamente por mais de 99% dos brasileiros adultos ? sendo que a sua ingestão pode ser seis vezes menor que o recomendado (10 mcg até 70 anos e 15 mcg acima de 70 anos). "A causa principal da falta do nutriente é a não exposição ao sol", afirma a nutricionista Cátia Medeiros, da Clínica Atual Nutrição, em São Paulo. O sol, quando em contato com a nossa pele, torna o mineral disponível para uso em nosso organismo, explica a especialista. Entre outras causas da deficiência estão obesidade, sedentarismo, uso de alguns medicamentos por tempo prolongado e o baixo consumo de fontes do nutriente - como óleo de fígado de bacalhau, atum, sardinhas, leite, iogurte, queijos e gema de ovo. Além disso, a vitamina D também pode ser obtida por meio de suplementação, já que as suas fontes são no geral alimentos mais gordurosos e pouco consumidos.

Os sinais de que o corpo está precisando de mais doses de vitamina D, de acordo com a nutricionista, são diminuição da imunidade - podendo se apresentar como resfriados e infecções frequentes - fraqueza muscular, inquietude e irritabilidade em alguns casos, principalmente em crianças e idosos. "Há também um sério impacto na massa óssea se a deficiência se prolongar, trazendo complicações como a osteoporose, principalmente em pessoas com obesidade ou idosos." Quando ela se encontra normalizada, é mais fácil o controle de peso, fortalecimento de ossos e dentes, crescimento em crianças e até mesmo na hipertrofia e controle de acne.

Cálcio

A Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), do IBGE, aponta que 90% da população consomem cálcio abaixo da quantidade recomendada de 1.000 miligramas por dia, não superando o total de 400 miligramas por dia. "O consumo de laticínios em geral vem diminuindo consideravelmente entre a população, pois muitas pessoas acreditam que o leite e os queijos não sejam alimentos saudáveis", afirma a nutricionista Cátia. Entretanto, a contraindicação para consumo desses alimentos só deve ocorrer perante um diagnóstico de alergia ou intolerância, por exemplo. "Isso porque o leite e seus derivados ainda são as principais fontes do mineral, já que ele é mais biodisponível e em quantidades maiores nessas fontes", diz a especialista.

A diminuição do consumo de cálcio pode gerar câimbras, baixo rendimento em atividade física (já que o cálcio participa da contração muscular), irritabilidade, descontrole da pressão arterial, osteoporose (quando a deficiência é crônica), aumento de peso e até mesmo depressão. "Suas principais fontes são os lácteos como queijos, iogurtes e leite na forma desnatada, vegetais verde-escuro, tofu, sardinha, gergelim e amêndoas." Caso você seja intolerante ou alérgico à lactose e não pode obter o cálcio dessas fontes, o ideal é fazer a suplementação. Na dúvida, converse com seu médico.

Ferro

Essa deficiência acontece não só pelo baixo consumo de suas fontes, mas também por comportamentos alimentares que prejudicam sua biodisponibilidade ao organismo. "Por exemplo, o consumo diário do cafezinho após almoço ou jantar ou consumo excessivo de refrigerantes e alguns tipos de chás ou sobremesas à base de lácteos com frequência após as principais refeições", diz a nutricionista Cátia. Isso acontece porque a cafeína e o cálcio interferem na absorção do ferro, impedindo que ele seja 100% aproveitado pelo organismo. "Os sintomas de deficiência em ferro incluem anemia ferropriva, que desencadeia um estado de desânimo, lentidão de raciocínio, falta de foco e uma sonolência bem acentuada." Em crianças, sua deficiência pode causar retardo do desenvolvimento cognitivo - como ele participa da síntese de neurotransmissores, seu consumo é fundamental para o desenvolvimento e integridade do sistema nervoso central. Em alguns casos, essa deficiência pode resultar em câimbras nas pernas e estomatite, por exemplo.

A POF afirma que apenas 10% dos brasileiros tem o consumo abaixo do ideal de ferro - entretanto, as deficiências podem atingir uma porcentagem muito maior devido as combinações alimentares. As principais fontes de ferro são as carnes de todos os tipos, com enorme concentração no fígado, seguidas de fontes vegetais como leguminosas, grão de bico, ervilhas, soja, lentilha, feijões (sendo as espécies preto e o azuki com maior concentração), além dos folhosos verde-escuros, suco de uva integral e açaí. "Mas vale lembrar que ele é melhor absorvido quando acompanhado da vitamina C presente em frutas frescas."

Vitamina A

Aproximadamente 50% da população brasileira não ingere as quantidades adequadas de vitamina A. Sua deficiência afeta as estruturas epiteliais de diferentes órgãos, principalmente os olhos. As principais causas da deficiência de vitamina A são falta de amamentação ou desmame precoce, baixo consumo das fontes de vitamina A e baixa ingestão de alimentos que contém gordura, pois é essa que facilita a absorção do nutriente. Entre os sintomas da carência estão cegueira noturna, perda de brilho ocular e baixa imunidade caracterizada por infecções frequentes. "Boas fontes de vitamina de origem animal, como vísceras, gema de ovo e leite integral e seus derivados", explica a nutricionista Nicole Trevisan, de São Paulo. Nos vegetais, a vitamina A é encontrada na forma de carotenoides, que quando ingeridos são transformados no nutriente pelo organismo. "Frutas e legumes alaranjados e vegetais verde-escuros são ricos em carotenoides, como manga, mamão, canoura, espinafre, chicória, couve e salsa."

Vitamina E

Segundo a BRAZOS, 99% dos brasileiros não atingem as quantidades recomendadas de vitamina E. O nutriente se destaca por proteger a gordura presente na membrana celular dos radicais livres, além de inibir a formação de placas nos vasos sanguíneos e favorecer a vasodilatação. Baixos níveis de vitamina E têm sido associados a diversos tipos de doenças sanguíneas genéticas, incluindo a anemia falciforme, talassemia e deficiência G6PD (uma enzima envolvida no desdobramento dos açúcares). Problemas no transporte das gorduras pelo organismo e má absorção de nutrientes também são as consequências da carência. Adultos com mais de 19 anos precisam ingerir, no mínimo, 12 miligramas de vitamina E por dia. Para atingir a recomendação, insira óleos vegetais e sementes como amêndoas, amendoim, nozes e castanhas no cardápio.

Vitamina C

A vitamina C está deficiente em 85,1% dos brasileiros. Obtido facilmente pela alimentação ou até por meio de suplementos vitamínicos, esse nutriente é essencial para o bom funcionamento do organismo. Sua carência causa uma doença fatal, o escorbuto, cujos sintomas são inchaço, dores nas articulações, hemorragia nas gengivas e feridas que não cicatrizam. Segundo a nutróloga Daniela Hueb, de São Paulo, hemorragia nasal frequente, anemia ferropriva, apatia, mudanças de humor, cicatrização lenta das feridas e aparecimento de pequenas varizes são alguns sintomas do problema. "A vitamina C protege contra baixa imunidade, doenças cardiovasculares, doenças dos olhos e até envelhecimento da pele", explica.

Frutas cítricas como laranja e limão, verduras em geral, morango, tomate e acerola são algumas fontes de vitamina C. Recomenda-se uma ingestão diária de 90 miligramas para homens e 75 miligramas para mulheres, ambos acima de 19 anos. Quem fuma deve consumir uma quantidade adicional de 35 miligramas por dia, devido ao aumento do estresse oxidativo

Vitamina K

De acordo com a BRAZOS, cerca de 81% dos brasileiros está com a ingestão de vitamina K abaixo do previsto. Entre diversas atividades, a vitamina K participa na coagulação sanguínea e na formação de proteínas a partir das células ósseas, favorecendo a mineralização dos tecidos ósseos e o crescimento. Assim como a vitamina E, quando em falta, a vitamina K está associada à má absorção de gordura, já que ela depende da gordura para ser transportada pelo organismo. "Além disso, uma dificuldade de coagulação do sangue também pode acontecer, apresentando-se em forma de hemorragias em casos mais graves", afirma a nutricionista Daniela. Óleos vegetais e folhas verde-escuras são boas fontes do nutriente. Para garantir que os benefícios do micronutriente apareçam, o consumo diário deve ser de 120 microgramas.

Magnésio

A falta de magnésio pode provocar diversas doenças, sendo que aproximadamente 80% da população ingerem quantidades abaixo do recomendado (350 mg/dl em homens e 265 mg/dl em mulheres). Entre os principais sintomas de sua deficiência estão tremores, sensibilidade a ruídos, fadiga, insônia, TPM, cálculos renais, enxaqueca e cólicas menstruais. A recomendação diária é de 400mg para homens adultos e 350mg para mulheres adultas, o que equivale a, aproximadamente, três conchas cheias de feijão preto ou 300g de espinafre, por exemplo. Além desses dois alimentos, as principais fontes de magnésio são castanhas de caju, amêndoas, semente de abóbora, pistache, alcachofra e chocolate meio amargo.

Outros minerais

De acordo com a POF, na faixa etária de 19 a 59 anos, outras prevalências importantes de inadequação nutricional são selênio, zinco, cobre e iodo - o estudo também pontuou que o consumo desses minerais é 40% abaixo do satisfatório. "Com uma dieta pobre em nutrientes gerais, o adulto terá baixa imunidade e estará mais exposto a infecções, além de um maior risco para doenças crônicas não transmissíveis, depressão, falta de libido e uma série de outros problemas", explica a nutricionista Nicole. Doenças cardiovasculares, hipertensão, câncer, colesterol alto e atrofia cerebral são as principais doenças relacionadas com o baixo consumo de nutrientes na fase adulta. "Existe hoje a chamada fome oculta, que acontece em decorrência da alimentação rica em produtos extremamente gordurosos e açucarados, que fazem com que as crianças e adultos tenham um excesso de gordura, sal e açúcar no organismo, mas uma carência de vitaminas e minerais por uma dieta inadequada", diz Nicole. Para aqueles que não mantêm uma alimentação balanceada e sofrem dificuldade para mudar seus hábitos alimentares, a suplementação vitamínica pode ser uma aliada. É importante também o acompanhamento com um profissional, como nutricionista ou nutrólogo, para que ele identifique possíveis deficiências e mostre qual a melhor forma de reverter esse quadro.
Fonte: Minha Vida