30 de maio de 2014

Seis tipos de chá que fazem muito bem para sua saúde...


1 - Chá preto

Representa cerca de 75% do consumo de chá em todo o mundo. É feito a partir de folhas da planta Camellia sinensis, que normalmente são laminados e fermentado, em seguida, secas e triturados. O chá preto tem um sabor ligeiramente amargo e contém o maior número de cafeína - cerca de 40 miligramas por copo. Por ter uma alta concentração de compostos antioxidantes conhecidos como theaflavins e tearubiginas, têm sido associado a menores níveis de colesterol. Uma pesquisa publicada em 2013 na revista “Annals of Epidemiology” apontou que quem bebe três ou mais xícaras de chá preto por dia pode reduzir o risco de derrame em 21%.

2 - Chá de camomila

Grande conhecida da maioria da população por sua função calmante e digestiva, a bebida também é recomendada contra inflamações e para o bem da pele. As possíveis propriedades medicinais, inclusive, são conhecidas desde o período Paleolítico, quando neandertais já faziam uso da planta, como revelou a Universidade de York, do Reino Unido.

3 - Chá verde

É chamado de verde porque as folhas da erva sofrem pouca oxidação durante o processamento, o que não acontece com as folhas do chá preto. Por isso, o sabor é mais delicado. Contém cerca de 25 miligramas de cafeína por xícara. A bebida é rica em compostos antioxidantes chamados catequinas; um subgrupo conhecido como EGCG pode afastar de tudo, desde câncer a doenças cardíacas, de acordo com um levantamento feito pelo Instituto Americano para Pesquisa do Câncer. O trabalho descobriu que cada xícara diária de chá verde consumido pode diminuir o risco de doença cardiovascular em 10%.

4 - Chá de Oolong

As folhas de Oolong dão origem a um produto semelhante ao chá preto, mas é fermentado por um tempo mais curto, o que lhe confere um sabor mais rico. Ele contém cerca de 30 miligramas de cafeína por xícara. A bebida pode ajudar na perda de peso, pois ativa uma enzima responsável pela dissolução de triglicérides. Estudos recentes chegaram a confirmar que as mulheres que beberam chá oolong queimavam um pouco mais de calorias durante um período de duas horas do que aqueles que beberam apenas água.

5 - Chá branco

As folhas são colhidas quando são muito jovens, então, o chá branco tem um sabor muito mais suave do que qualquer outro. O nível de cafeína também é bem menor: cerca de 15 miligramas por copo. A bebida também pode conter mais antioxidantes do que o chá em saquinhos, porque as folhas são menos processados. O chá branco oferece grandes benefícios cardiovasculares e de combate ao câncer. Além disso, um estudo publicado na revista Phytomedicine apontou que a bebida pode apresentar boa ação no combate à diabetes. Ela reflete uma tolerância à glicose e uma redução no colesterol LDL.

6 - Chá Vermelho Pu-erh

A bebida chinesa é tradicionalmente compactada e envelhecida por pelo menos alguns anos antes de ser consumida, sofrendo uma pós-fermentação que lhe dá um sabor mineral característico. Os principais benefícios que apresentam estão relacionados a propriedades digestivas. Isso é possível por meio de um duplo mecanismo: estimula as secreções gástricas, ao mesmo tempo em que favorece o funcionamento hepático. O chá também incide positivamente sobre o controlo de colesterol e triglicerídeos no sangue.

Fonte: O Globo

27 de maio de 2014

Cinco erros alimentares que sabotam sua saúde...


1 - Acreditar em uma dieta boa para todos

Especialistas em nutrição mundo afora alertam: não existe uma alimentação ideal para todo mundo. Uma dieta que funciona muito bem para alguém pode não ser boa para você. O melhor caminho é buscar informação e perceber quais os melhores alimentos para o seu organismo.

2 - Eliminar a gordura

Comida com pouco gordura também pode significar comida com grande quantidade de açúcar. Gordura não é tão determinando para a obesidade quanto o açúcar. É importante também tomar cuidado com alimentos que possuem açúcar embutido em sua composição, como molho de tomate e pão de forma.

3 - Contar calorias

Um biscoito não é igual a uma porção de guacamole, embora ambos tenham 100 calorias. Gorduras boas, como as do abacate, ajudam as pessoas a perder peso, já um monte de biscoitos engordam e não tem nutrientes. Além de entristecer a vida, contar calorias pode não te ajudar a emagrecer.

4 - Se privar

Cortar sua comida preferida do cardápio contribui, e muito, para a obsessão. Assim, em vez de parar de comer sorvete, por exemplo, você pode acabar devorando um pote inteiro de uma hora para outra. A melhor maneira de ser feliz dentro do peso é aprender a desfrutar do que você ama de forma saudável.

5 - Comer junk food "saudável"

Produtos industrializados com marcas como sem glúten ou orgânico, por exemplo, podem conter a mesma quantidade de açúcar do que uma latinha de refrigerante. Portanto, aprenda a ler o rótulo dos alimentos. Uma boa dica é olhar os ingredientes, que são listados na ordem de quantidade, do maior para o menor. Ou seja, os primeiros itens são mais abundantes que os últimos.

Fonte: O Globo

24 de maio de 2014

Azeite extravirgem brasileiro é tão bom quanto os importados...



Recomendado pelos benefícios que traz à saúde, o consumo do azeite extravirgem vem aumentando no Brasil, embora os custos de importação restrinjam a sua utilização.

A produção nacional ainda é incipiente.

Por isso, não deixa de ser surpreendente a conclusão a chegaram os pesquisadores Cristiano Augusto Ballus e Helena Teixeira Godoy, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas - SP).

Segundo os pesquisadores, o azeite de oliva extravirgem brasileiro apresenta características similares aos produtosimportados.

Foram analisadas 45 amostras de azeites encontrados em supermercados, importados principal de Portugal, Espanha, Itália e Grécia.

Os produtos nacionais foram obtidos de plantações nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Minas Gerais - o interesse pela produção de azeites de oliva nacionais está-se dando por iniciativa de institutos de pesquisa como a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), a Empresa de Pesquisa e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa-RS).

Dezessete amostras de azeites de oliva produzidos em Minas Gerais apresentaram teores de compostos fenólicos muito similares aos encontrados em azeites de oliva dos países da Europa e da Argentina, também uma grande produtora de azeite de oliva.

Outras 20 amostras, recolhidas nos três estados, mostraram-se muito similares aos azeites europeus, pelo menos em relação aos compostos fenólicos.

Azeite extravirgem

O azeite de oliva extravirgem é obtido da azeitona somente através de meios mecânicos, sem nenhum outro tratamento. O fruto é colhido na época devida e, no menor tempo possível, lavado e prensado, seguindo-se os processos de filtração, decantação ou centrifugação.

Este processamento garante que mesmo os componentes minoritários, entre eles os fenólicos, permaneçam no produto final, diferentemente de outrosóleos vegetais que, quando submetidos ao refino químico, perdem várias das substâncias benéficas à saúde.

O azeite de oliva extravirgem é altamente recomendado por seus benefícios à saúde humana, relacionados sobretudo à conhecida dieta mediterrânea, na qual se atribui ao produto importante papel na prevenção de doenças como as coronarianas e alguns tipos de câncer.

Entre os principais responsáveis por estes efeitos destacam-se o elevado teor de ácido oleico, que diminui o colesterol "ruim", e a presença de compostos fenólicos, que agem como sequestradores de radicais livres.

A fração lipídica dos azeites de oliva, constituída por ácidos graxos, corresponde a 98% de sua composição química. Nos 2% restantes assumem particular importância principalmente duas classes de compostos antioxidantes: os fenólicos e os tocoferóis.

Entre outros parâmetros, a legislação determina que, para ser considerado extravirgem o azeite de oliva deva conter entre 55% e 83% de ácido oleico entre os ácidos graxos e apresentar acidez abaixo dos 0,8%, características responsáveis pela sua maior resistência à degradação durante o tempo de prateleira e no uso em condições mais drásticas, como é o caso de frituras.

Fonte: Diário da Saúde

22 de maio de 2014

Dois refrigerantes diet por dia aumentam risco de AVC...



Se você bebe muito refrigerante diet, talvez esteja na hora de repensar o hábito. Uma pesquisa da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, constatou que mulheres que ingerem duas ou mais bebidas diet por dia são 30% mais propensas a sofrer um ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral, além de apresentarem 50% mais chances de morrer de um problema relacionado ao coração. Os dados são do jornal Daily Mail.

O levantamento analisou 60 mil mulheres com média de 63 anos. Descobriu-se também que as que consumiam muito refrigerante diet têm 30% mais probabilidade de morrer de outras doenças não relacionadas ao coração.

Os cientistas sugerem que a explicação seja que bebidas dietéticas tendem a ser populares entre pessoas com sobrepeso e diabéticas, que têm maior risco de doenças do coração. Outra teoria é que o adoçante artificial aspartame interfere nos produtos químicos no corpo, levando a desejar mais açúcar. 

“Nós só encontraram uma associação, por isso não podemos dizer que as bebidas dietéticas causam esses problemas. O que nosso estudo faz é levantar essa questão e esperar que nos próximos anos tenham uma resposta definitiva”, disse o pesquisador Dr. Ankur Vyas.

Fonte: Terra


20 de maio de 2014

Melancia reduz pressão arterial e risco de ataque cardíaco...



Para os amantes de melancia, uma boa notícia: além de saboroso, o fruto reduz a pressão arterial em pessoas com sobrepeso e também diminui o risco de um ataque cardíaco, de acordo com um estudo publicado no American Journal of Hypertension. As informações são do Daily Mail.

O levantamento mostra que comer melancia faz bem para a saúde e reduz o risco de problemas cardíacosdurante o frio, já que a baixa temperatura gera condições de estresse para o corpo e faz com que o coraçãotrabalhe mais.

Por três meses, cientistas analisaram 13 homens e mulheres obesos, de meia-idade, que sofriam de pressão alta. As mãos dos participantes foram mergulhadas em água fria para testar as reações do organismo. Diariamente, metade dos participantes recebeu extratos de melancia - que corresponde a 4 g de citrulina e agina - e a outra metade recebeu um placebo.

Os resultados mostram que a melancia reduz a pressão arterial e o estresse cardíaco, mesmo em condições de baixa temperatura.

“Isso significa menos sobrecarga para o coração, de modo que ele funcione facilmente durante uma situação de tensão, como a exposição ao frio”, detalhou o professor Arturo Figueroa, da Univerdade Estadual da Flórida.

Recentemente, pesquisadores da Universidade de São Paulo, mostraram que fazer hidroginástica em água quente pode reduzir a pressão arterial, mesmo em pessoas para as quais a medicação não funciona.

Fonte: Terra


15 de maio de 2014

Ingestão de analgésicos pode causar intolerância a glúten....



Quando as pessoas sentem dor de cabeça, a primeira reação é, por vezes, tomar analgésicos. As drogas se tornaram parte integrante da vida cotidiana e poucos avaliam a possibilidade de efeitos nocivos por causa do uso regular à saúde. O ibuprofeno é conhecido por irritar o intestino e pelo risco de provocar úlceras estomacais. Uma pesquisa descobriu que a substância pode estar ligada também ao desenvolvimento da doença celíaca, intolerânca a glúten. As informações são do Daily Mail.

Uma análise dos últimos 20 anos de pesquisa em fármacos anti-inflamatórios não-esteroides, como o ibuprofeno, sugeriu que as drogas estão ligadas à síndrome do intestino solto, ou seja, deixa as paredes dos intestinos mais permeáveis. Os estudiosos afirmaram que os medicamentos podem causar inflamação intestinal.

A inflamação intestinal e permeabilidade causada por AINEs é um problema, pois permite que substâncias tóxicas vazem para a corrente sanguínea. Quando isso acontece, uma resposta autoimune pode ser acionada, o que impede a digestão e a absorção eficaz de nutrientes, segundo os pesquisadores. Quando o intestino é mais permeável do que deveria ser, também pode eliminar glúten no sangue. Em pessoas que têm predisposição para a doença celíaca, os cientistas acreditam que o processo pode levar a reações adversas à substância.
Entre as consequências, estão diarreia, inchaço, flatulência, dor abdominal,perda de peso e cansaço. A doença celíaca é autoimune, o sistema imunológico ataca erroneamente tecidos saudáveis. Não há cura, mas uma dieta sem glúten pode ajudar a controlar os sintomas e prevenir complicações a longo prazo.

Fonte: Terra


13 de maio de 2014

Grávida em Boa Forma...


"No momento da fertilização quando um ser humano começa a existir, a Nutrição tem início. Este período do desenvolvimento, quando as coisas podem ser definitivamente certas ou erradas é de vital importância, e a Nutrição pode exercer uma profunda influência, que se estende por toda vida".
                                                                                                                                 Roger Willian, PhD.

Além de todas as transformações que você vê no espelho, durante a gestação seu organismo passa por uma verdadeira revolução interna. Desde as primeiras semanas, embora os sinais da gravidez não sejam visíveis, seu corpo já está em intensa atividade. Um turbilhão de hormônios entra em ação para criar um ambiente propicio para o feto se desenvolver, para preparar o útero para o parto e os seios para a produção de leite.

Basta saber que está grávida para todo mundo começar a dizer que você precisa se alimentar bem – e é aí que a gente fica confusa. Estar bem alimentada não significa comer em excesso, muito menos por dois: trata-se de fazer as escolhas certas. Isso tem a ver com a qualidade dos alimentos, não com a quantidade.


Durante a gravidez, seu objetivo deve ser manter um ganho de peso constante, sem grandes oscilações, já que o bebê precisa de um suprimento diário de nutrientes. O que você come antes da gravidez e durante as suas 12 primeiras semanas ajudam a determinar o quão bem se desenvolverá o sistema imune do organismo de seu bebê, o quão saudável ele será, e a prevenir uma deficiência de nutrientes.


Pensando nos cuidados especiais que a gestante deve ter com sua alimentação, a Dra. Cristiane Spricigo elaborou um Programa completo de acompanhamento nutricional para a gestante, o Grávida em Boa Forma. Este programa irá auxiliar a futura mamãe a ter uma gestação tranquila através do equilíbrio e dos benefícios que uma alimentação saudável podem trazer para ela e para o bom desenvolvimento de seu bebê.

Entre em contato para maiores informações!

Vitamina D aumenta chances de sobreviver a tipos de câncer...



A vitamina D vinda da luz do sol pode aumentar as chances de sobrevivência dos pacientes com câncer, especialmente de mama, intestino e linfoma, sugere uma nova pesquisa. O nutriente é fabricado pelo próprio corpo sob a pele em reação à luz do sol e é também encontrado em peixes como salmão e sardinha, além de ovos, cereais matinais e leite em pó. As informações são do Daily Mail.

O novo estudo, feito pelo Institute for Nutritional Sciences, descobriu que pacientes com câncer que têm níveis mais elevados da vitamina D quando são diagnosticados tendem a sobreviver e permanecer em remissão por mais tempo do que os que são deficientes do nutriente. A vitamina D ajuda o organismo a absorver o cálcio e o fósforo necessários para a saúde dos ossos e afeta uma grande variedade de processos biológicos pela ligação a uma proteína receptora de vitamina D. Esta proteína está presente em praticamente todas as células do corpo.

“Ao revisar os estudos que examinaram os níveis de vitamina D em 17.332 pacientes com câncer, descobrimos que o nutriente está associado a melhores resultados em vários tipos de câncer”, disse Hui Wang, um dos pesquisadores. “A conclusão sugeriu que a vitamina D pode influenciar no prognóstico das pessoas com câncer de mama, colorretal e linfoma, particularmente”, acrescentou.

A equipe analisou 25 estudos que mediam os níveis de vitamina D em pacientes com câncer no momento do diagnóstico e rastreou a taxa de sobrevivência. Os resultados mostraram que a maior quantidade do nutriente esteve associada a um aumento de 4% na sobrevivência entre pessoas com câncer. “Considerando que a deficiência em vitamina D é uma questão mundial, é importante ter certeza de que todos apresentam níveis suficientes do nutriente”, concluiu Wang.

Fonte: Terra


10 de maio de 2014

Arroz preto e vermelho têm alta atividade antioxidante...



Substituir o arroz branco comum pelos tipos coloridos, preto ou vermelho,contribui para um envelhecimento mais lento das células, prevenindo doenças crônicas.

Isto porque esses tipos menos comuns de arroz apresentam um maior teor decompostos fenólicos, substâncias comatividade antioxidante.

Já quando o assunto são as
proteínas, o arroz selvagem, aquele de cor escura, grãos finos e longos, é líder, com o maior teor deste nutriente.

Dentre os grãos integrais, a quantidade de proteínas está mais relacionada ao formato
alongado do grão do que com a sua coloração.

Estas conclusões são resultado do estudo da farmacêutica-bioquímicaIsabel Louro Massaretto, na Faculdadede
Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP.

Ela também avaliou o efeito do cozimento no arroz e descobriu que oprocesso provoca perda dos compostos fenólicos. Mesmo assim, o arroz pretoe o vermelho ainda permanecem com alto teor destas substâncias.

Arrozes coloridos

Os arrozes vermelhos e pretos têm 15% mais proteínas e 2,5 vezes mais fibras em relação ao arroz branco, que é o mais consumido no Brasil.

Tanto o arroz branco como o preto e o vermelho pertencem à mesma espécie (Oryza sativa L.). A diferença é que o grão de cor clara é o resultado do polimento das estruturas que o recobrem, que podem ser coloridas.

Quando elas não são polidas, o alimento é considerado integral. "Os compostos que atribuem cor ao arroz estão no pericarpo, estrutura que recobre o grão e está presente somente nos tipos integrais", explica Isabel.

Dentre os integrais, alguns nutrientes variaram mais de acordo com o formato do grão do que com sua coloração. Segundo pesquisa da farmacêutica, "grãos integrais mais alongados tendem a apresentar mais proteínas, fibra e lipídeos do que os menos alongados".

Arroz selvagem

Curiosamente, o chamado arroz selvagem não é arroz. Ele é, na verdade, a semente de uma gramínea aquática do gênero Zizania e tem a composiçãoquímica que mais se diferencia dos demais grãos analisados.

O arroz selvagem tem o maior teor de proteína, menor quantidade de lipídeos e a menor atividade antioxidante, por apresentar um teor menor de compostos fenólicos.

Atividade antioxidante

A atividade antioxidante é a propriedade de componentes de alguns alimentos que se acredita retardar o envelhecimento das células, ajudando também a prevenir algumas doenças crônicas.

O arroz preto e o arroz vermelho detêm este atributo por possuir, em suas composições, compostos fenólicos. Em relação ao integral branco, o arroz preto contém antocianinas, e tem oito vezes mais compostos fenólicos.

Já o arroz vermelho, rico em protoantocianidinas, apresenta quantidade seis vezes superior desses compostos. Isabel destaca "esses grãos apresentam perfil diferente de fitoquímicos e, consequentemente, podem exercer funções diferentes no organismo humano."

Fonte: Diário da Saúde

8 de maio de 2014

Falta de vitamina D prejudica funcionamento dos rins...



Além dos bem conhecidos problemas na mineralização óssea, a deficiência de vitamina D tem sido associada aodesenvolvimento de doenças cardiovasculares e autoimunes, pressão alta e diversos tipos de câncer.

Agora, um estudo da Faculdade de
Medicina da Universidade de São Paulorevelou que a falta do nutriente pode também prejudicar o funcionamento adequado dos rins e comprometer a recuperação de lesões no órgão.

"Uma das principais causas de injúria renal aguda no ser humano é a lesão por evento isquêmico, que ocorre quando o fluxo sanguíneo para o rim é obstruído por um período e depois é
restaurado. Durante o processo isquêmico, a falta de oxigênio leva à degeneração e morte celular. Nosso objetivo era descobrir como a falta de vitamina D influencia o processo regenerativo", explicou o biólogo Rildo Aparecido Volpini, coordenador do projeto.

O experimento com animais indicou que a deficiência do
nutriente diminui afunção renal, modifica a expressão local de proteínas e aumenta a formação de fibrose após lesão induzida.

Enquanto o grupo controle apresentava entre 15 e 16 nanogramas (ng) por mililitro (ml) de sangue, os ratos alimentados com a dieta livre de vitamina D apresentavam em torno de 4 ng/ml no 30° dia de consumo.

"Observamos que a falta de vitamina D isoladamente já prejudica a função renal. Não sabemos ao certo o motivo, mas provavelmente seja por causa de alterações no sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA, conjunto depeptídeos, enzimas e receptores envolvidos no controle da pressão arterial), com consequente repercussão no controle pressórico. Existem evidências na literatura mostrando que a deficiência de vitamina D contribui para uma inapropriada ativação do SRAA, funcionando como um mecanismo de progressão da doença renal crônica", comentou Volpini.

Outra alteração observada principalmente nos grupos de animais deficientesem vitamina D, foi a perda da habilidade renal em concentrar a urina para poupar água.

De acordo com o pesquisador, a diferença mais interessante observada foi a maior formação de fibrose nos animais que receberam ração sem vitamina D, confirmando que a falta do nutriente prejudicou a regeneração do tecido dos animais.

Por outro lado, vários estudos têm
questionado a eficácia dos suplementos de vitamina D - o mais recente deles, por exemplo, mostrou que a vitamina D na forma de suplementos não reduz risco de doenças ou fraturas.

Fonte: Diário da Saúde

6 de maio de 2014

Sobrepeso e anemia são comuns entre crianças menores de 3 anos...



Quase um terço das crianças menores de 3 anos já apresenta excesso de peso, mas apenas 20% das mães têm a percepção do problema.

O levantamento foi realizado no
estado de São Paulo entre fevereiro e abril de 2013 por pesquisadores da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (USP), coordenados pela professora Elizabeth Fujimori.

Os dados ainda apontam atraso no desenvolvimento em 28% e anemia por deficiência de ferro em 38% das crianças avaliadas.

"Quando os
pais não reconhecem o problema [de sobrepeso], levam muito tempo para buscar ajuda. Qualquer alteração na nutrição nessa fase de intenso crescimento pode afetar a criança de forma muitas vezes irreversível. A chance de crescer com excesso de peso e se tornar um adolescente e um adulto obeso e com riscos cardiovasculares aumenta muito," afirmou Elizabeth.

O estudo tinha o objetivo de avaliar os efeitos do aconselhamento nutricionalpor meio da estratégia de Ação Integrada às Doenças Prevalentes na Infância (Aidpi).

"A estratégia Aidpi foi proposta pela Organização Mundial da
Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) na década de 1990 e implementada em todos os países latino-americanos, mas parcialmente no Brasil. Temos trabalhado com essa estratégia na formação em enfermagem porque ela é muito importante na atenção integral à saúde das crianças," disse Elizabeth.

Anemia infantil

Segundo a pesquisadora, o índice de anemia encontrado no levantamentoinicial é muito similar ao de um estudo anterior, de 2001. "Foi uma surpresa ver que os índices continuam altos mais de dez anos depois, apesar de políticas públicas como a da fortificação de farinhas com ferro e a suplementação medicamentosa profilática", afirmou.


Os resultados preliminares apontam que apenas 45% das crianças na faixa dos 6 a 18 meses recebem a suplementação medicamentosa profilática de ferro como preconizado pelo Ministério da Saúde.

Apenas 40% recebem regularmente o medicamento Aditil, que combina asvitaminas A e D. Ambos os suplementos são fornecidos gratuitamente na rede pública. Mesmo com a prescrição desses suplementos, há crianças que podem não usá-los rotineiramente, informou a pesquisadora.
 
Fonte: Diário da Saúde

3 de maio de 2014

Leite de coco caseiro...



Ingredientes:

1 coco inteiro
Água mineral

Modo de Preparo:

Bata no liquidificador o coco picado com um pouca água. Bate, bate, e vai adicionando água aos poucos para não ficar aguado. Coe numa peneira e voilá está pronto! 
Pode usar para vitaminas, sobremesas etc. Boa opção para os intolerantes a lactose.

2 de maio de 2014

Produtos naturais superam medicamentos contra inflamações intestinais...



Produtos naturais derivados da flora brasileira são altamente eficientes no tratamento das doenças inflamatórias intestinais (DII), como a retocoliteulcerativa e a doença de Crohn.

Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) descobriram ainda novos marcadores moleculares que podem ampliar a compreensão que se tem dessas doenças, cuja etiologia (estudo das causas das doenças) ainda é desconhecida.

"Trata-se de um projeto que consideramos audacioso por estudar tanto a doença em si, priorizando alvos moleculares da ação de fármacos clássicos, como alvos farmacológicos para novos produtos, como as cumarinas naturais e algumas plantas medicinais", disse Luiz Cláudio Di Stasi, responsável pela pesquisa.

O grupo estudou vários agentes prebióticos - fibras que servem de "alimento" para as bactérias intestinais benéficas, ajudando a organizar a flora intestinal -, como a polidextrose e as fibras da banana nanica (Musa spp AAA) verde, do jatobá-do-cerrado (Hymenaea stigonocarpa) e da taboa (Typha angustifolia).

"Consideramos a importância da microbiota intestinal na proteção contra o processo inflamatório para propor o estudo de alguns produtos naturais adicionados à dieta, que reunissem a capacidade de modular a microbiota intestinal previamente e agissem na prevenção das recidivas dos sintomas da retocolite ulcerativa e da doença de Crohn", disse Di Stasi.

Banana nanica, jatobá, taboa e guaco

Entre os principais resultados está a descoberta de que uma dieta com farinha de banana nanica verde pode impedir a inflamação intestinal - o estudo, por enquanto, foi feito apenas em roedores. A banana nanica também já havia sido incluída em uma
dieta para minimizar os efeitos colaterais da quimioterapia.

O extrato da casca do caule do jatobá-do-cerrado e a farinha da polpa da fruta apresentaram ação anti-inflamatória em ratos com inflamação intestinal induzida por ácido trinitrobenzeno sulfônico (TNBS) - os efeitos farmacológicos estão relacionados à presença de compostos antioxidantes no extrato, como flavonoides, taninos condensados e terpenos na casca e na polpa de frutos de jatobá-do-cerrado.

Também foram estudadas várias concentrações da farinha produzida com o caule da taboa, planta aquática muito comum no Brasil, típica de brejos, manguezais e várzeas. Quando a farinha compõe 10% da dieta, há uma redução na lesão provocada por DII, com efeitos nas aderências de órgãos adjacentes e na diarreia.

Esses efeitos estão relacionados à inibição de marcadores bioquímicos de inflamação colônica, como a atividade das enzimas mieloperoxidase, liberada em resposta a invasões microbianas, e fosfatase alcalina, que inibe o crescimento de bactérias intestinais que estimulam a inflamação e impedem a translocação de microrganismos para a corrente sanguínea, além de uma atenuação das atividades da glutationa, um antioxidante hidrossolúvel.

"A farinha do caule da taboa demonstrou ser tão eficaz quanto a prednisolona,fármaco do grupo dos anti-inflamatórios esteroidais utilizado atualmente no tratamento de DII, com a vantagem de não apresentar efeitos adversos e colaterais", destacou Di Stasi.

Em outro grupo de experimentos, o projeto estudou diferentes cumarinas naturais isoladas e, entre os resultados, destacam-se os obtidos com a 4-metil-esculetina, princípio ativo presente nas folhas e raízes de diversasespécies de plantas, entre as quais as do gênero Mikania, que incluem diferentes plantas conhecidas no Brasil como
guaco.

A pesquisa demonstrou que a 4-metil-esculetina produz efeitos semelhantes aos da prednisolona, e seus efeitos protetores estão relacionados à capacidade de reduzir o estresse oxidativo do cólon e inibir a produção de citocinas pró-inflamatórias. A administração de metil-esculetina nos modelos da pesquisa exerceu tanto efeitos preventivos quanto curativos, de acordo com o pesquisador.
 
Fonte: Diário da Saúde